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urbanista

a vida como ela é

Treino funcional. Que funciona.

Treino funcional. Que funciona.

No que ao desporto diz respeito, não sou esquisita. Faço tudo, experimento tudo. Faltam-me as artes marciais para as quais, confesso, nunca senti curiosidade. De resto, tenho as minhas preferências, mas também sou apologista de que é preciso é por o corpo a mexer. De quando em vez, uma grande (e boa) surpresa acontece. Foi o caso. 

O evento apareceu-me através do Facebook há algum tempo. Comecei por ignorar. Depois, olhei duas vezes. Carreguei para ver a página do evento, seguida de outro clique para perceber quem organizava. Vi as fotografias. Daí a inscrever-me foi um passo. Primeira tentativa falhada. Segundo tentativa igualmente falhada, finalmente, à terceira lá fui. Fui para descobrir que estou assim mais ou menos em forma porque, quando muda o ritmo, a rotina  ou o tipo de movimentos, há todo um processo de adaptação que é preciso fazer. Mais o sol. E a areia. Treinar na areia é simplesmente espectacular. Mas isso não foi o melhor. Foi quase o melhor, porque para tirar a areia colada ao corpo, de tanto suor, só mesmo um mergulho no fim do treino. Por momentos, pensamos que estamos no Rio de Janeiro. O que é sempre bom, mesmo que estejamos na praia de Carcavelos. Mas o melhor, confesso, é o espírito de camaradagem que se cria instantaneamente no grupo. 

Comecei por pensar que era a única que ia pela primeira vez e que, como habitualmente acontece, ia ficar fora dos grupinhos, das conversas e das private jokes de quem treina há mais tempo. Mas não. Não sei se é a areia, o esforço, o facto de ser um treino em circuito (implicando a criação de pequenos grupos dentro do grupo) ou se são eles (os treinadores) que nos fazem sentir assim. Parte daquilo. E aquilo é óptimo, brutal, espectacular, maravilhoso - escolham a vossa opção preferida - porque o treino da FHITUNIT é isso tudo. 

Fui em modo "reportagem" mas apenas duas pessoas disso tinham conhecimento, pelo que posso assegurar que não me deram tratamento especial (para o bem e... para o mal), o acompanhamento dos treinadores é atencioso, divertido, muito cuidadoso. É, especialmente, motivante. Acham sempre que é pouco, que podemos fazer mais. E podemos. Mesmo quando achamos que não. Eles estão lá para isso, para apoiar, corrigir. Para nos dizerem, com todas as letras, que estamos a fazer RONHA. Porque a ronha, aqui, não é possível. Na verdade até é, mas só um bocadinho, quando estamos a cair para o lado e o cronómetro indica que temos de mudar para outra estação do circuito!!

#comeareia #noexcuses #nãomaisronha

Esta semana há mais, caso queiram...

Manias

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Fruta: a boa, a feia e a má.

Fruta: a boa, a feia e a má.

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