olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

Ninguém para (os) olímpicos. Paralympics are stronger than ever.

Ninguém para (os) olímpicos. Paralympics are stronger than ever.

Dos dias em que as imagens falam por si e pouco mais há a acrescentar. Que vos inspire. Que vos faça pensar. Reconhecer que a pequenez está em nós e na forma como olhamos os outros. Que penas têm as galinhas e que o coitadinho consegue, na maior parte das vezes, de joelhos ou sem pernas, mais do que muitos de nós em pé ou a andar. Porque menorizamos os portadores de algum tipo de deficiência sob o epíteto do coitadinho. Coitadinhos de nós incapazes da solidariedade que trata todos por igual, de olhar nos olhos para ajudar a ultrapassar um obstáculo sem assobiar para o lado criticando quem o colocou ali. Que ocupamos passeios com as quatro rodas que fazem transportar as nossas duas pernas, esquecendo quem usa duas rodas para se fazer transportar. Ignorando até quem transporta os que ainda não se fazem transportar a si mesmos. Somos egoístas na nossa maioria, escolhendo ignorar uma minoria porque, simplesmente, não sabemos gerir a nossa incapacidade para lidar com a diferença. 

É pena. É só disso que tenho pena.

There's no need to speak Portuguese to understand the message in this video.

We usually look the other way around. We usually pretend we don't see. We usually forget about being proud. We usually think about Paralympic athletes and feel the inner joy of not having any kind of disability. And we feel guilty about it. Ashamed. Wrong. No Paralympic athlete needs this, though we need to learn to deal with what and who is different from us. That's it for today.

Think about it. Play the video...

Erros que os pais cometem. E as mães corrigem. Moms never wrong (.).

Erros que os pais cometem. E as mães corrigem. Moms never wrong (.).

Taxi? Uber.

Taxi? Uber.