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bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo e tendências urbanas.

As férias dos miúdos e, sim, o regresso às aulas

As férias dos miúdos e, sim, o regresso às aulas

6 ideias para as férias e 3 dicas (muito) importantes para aplicar antes de Setembro

Estamos em meados de Julho, as férias começaram, na maior parte dos casos há duas semanas, e só pensamos no que (lhes) fazer durante os próximos dois meses... 65 dias... 1560 horas ou, se pensarmos na média de horas em que estão acordados, teremos uma média de 900 horas para os ocupar de forma interessante. Só de pensar nisto fico cansada e, talvez por isso, este ano entreguei-me nas mãos do acaso, esperei para ver e vou decidindo quase dia-a-dia. Chama-se “confiar nos avós” e é o melhor que podemos fazer. Para eles e para nós. Para quem não pode, ou prefere manter os miúdos em actividades durante o Verão, algumas ideias e um obrigada muito especial a um blogue cujo autor desconheço mas que está sempre actualizado e que já foi um grande #lifesaver mais do que uma vez, reunindo informação sobre atelier de férias para crianças.

Até aqui planeava cuidadosamente as férias da #lovelyrita porque, se há coisa que me incomoda é pensar que não fazem nada nas férias ou, pior, que continuam a ir à escola, mesmo se a escola tem um conjunto de actividades dentro e fora de portas. O contexto é o mesmo, as pessoas também. As férias devem ser um período de crescimento, descoberta e aventura. Já experimentei actividades na água, como vela e surf, actividades no campo, no Monsanto e, sobretudo, actividades artísticas, como a pintura, escultura e a dança. Destacam-se as últimas, nas quais a miúda brilhou, especialmente ao nível da pintura, com criações que decoram várias paredes lá de casa. Recomendo, sem qualquer favor ou interesse, o Museu Berardo, Dance Spot e Surf, em Carcavelos, mesmo com a logística que implica.

 Da mesma forma, também nunca penso na escola antes das aulas começarem, nesse eterno espírito rebelde de quem pode, eventualmente, mudar-se para uma ilha nas Caraíbas a qualquer momento. Nunca acontece e, em Setembro, lá vou eu à escola, envergonhada e cabisbaixa, depois de ler cinco vezes todos as mensagens de e-mail que a escola enviou para perguntar: o que é preciso. Estão a sorrir não é? Eu sei que há mais pessoas como eu, por isso, três dicas:

  1. Mesmo que os olhos se fechem, que pensem que as Caraíbas chamam por vocês, sejam realistas e leiam as indicações da escola até ao fim. 
  2. Encomendem as fardas ou aproveitem os saldos para atestar o roupeiro com as peças de desgaste rápido e as que têm de ser mudadas todos os dias, criando 10 conjuntos que podem alternar nos dias de escola. Não é farda, não parece, mas vocês, as mães que têm de lavar e engomar, estão garantidas e (um bocadinho) mais libertas. 
  3. Encomendem também, os livros. Pois. Os livros. Aqueles que deixamos para o fim (para pagar em Setembro) e, entretanto, desesperar à procura dos títulos que entretanto esgotaram. Descobri a escola ideal, que trata de tudo por nós por uma módica quantia que, na verdade, me faz pensar que preferia ter o trabalho e a preocupação em reservar livros e comprar cadernos... Como entretanto - e a vida acontece quando estamos a planear outra coisa - a #lovelyrita mudou hoje de escola, naquela secreta esperança que todas as mães têm de estar sempre a fazer o melhor para os seus filhos - e dei por mim a pensar que o melhor é acordar para a vida é descobrir o que fazer. Cadernos e cenas? Deixemos isso para Setembro porque, no entretanto, tenho mesmo é de perceber por onde começar...
A Lisboa moderna das casas bonitas e dos pequenos-almoços saudáveis

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