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olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo e tendências urbanas.

urbanista

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Gostava de ter publicado este texto ontem. Tal significaria que teria aquilo que me falta, seguramente a vocês também: tempo, ou a capacidade para o gerir.

Faltou-me, sobretudo, capacidade para escrever enquanto fazia outras coisas, entre os telefonemas, mensagens e tudo o que implica organizar um evento, por menor que possa ser.

O urbanista celebra mais um aniversário. Já não é o primeiro, embora pareça. Digamos que será o primeiro ano do resto da sua vida, numa abordagem em tudo igual à anterior, mais elaborada para ser cada vez mais simples, ampliando os detalhes ou a capacidade para observar e reproduzir por palavras, as ideias que nos surgem, tantas vezes, em catadupa.

É um dia especial, repleto de pessoas ainda mais especiais que fazem parte da história do urbanista, apoiando-o, comentando, criticando, sugerindo, enriquecendo. É meu mas é, sobretudo, de todos os que o lêem e partilham.  Uma coisa destas nunca é somente nossa e o urbanista é, seguramente, resultado de muitas coisas em simultâneo. É, principalmente, responsável por uma evolução pessoal sem precedentes que os outros me apontam e que eu também consigo reconhecer porque me sinto diferente. Mudei por mim e pelos meus, pelo urbanista e também, por causa do urbanista. Quando escrevemos exorcizamos fantasmas, abrimos caixas de Pandora que não voltam a fechar-se e passamos a ter a responsabilidade de não defraudar as expectativas de quem nos segue, procurando melhorar a cada nova publicação.

E crescemos.  

Creio que o urbanista será maior do que penso, porque o vejo sempre como aquele micro projecto digital que um dia decidi criar e que, agora, outros o apontam como referência.

A ser verdade, estou grata.

Muito grata a todos que fazem parte de algo que ainda agora começou e que já mudou tanto sem nunca perder a sua essência (espero!). Obrigada.

O que nasceu para ser um apontamento de ideias e tendências na vida urbana, focado numa lógica de relação com marcas,  evoluiu num sentido coerente de grilo falante,  apontando o dedo aos males da sociedade enquanto apregoava essa capacidade única que encerramos de nos reconhecermos mais e melhor para sim... essa atitude rebelde de gostarmos de nós e nos valorizarmos evoluindo, gradualmente, e sem esquecer a importância que estes aspectos podem ter para todos, orientando-se para uma ideia de vida mais consciente, saudável e sustentável.

Como tudo começou?

Um dia, uma ideia. Um blog. Um podcast que se transformou em muitos episódios e outros tantos podcasts com temas diferentes que fizeram do urbanista aquele híbrido que se chama blog mas que na verdade, vos fala ao ouvido. 

Depois de avanços e recuos (por vezes damos um passo atrás para dar dois à frente...) o urbanista concentra-se no que é verdadeiramente importante: a vida como ela é, com estilo e muitas paixões, valorizando quem somos e como somos, o nosso corpo e bem estar, olhando o mundo através de uma perspectiva feminina e feminista, criticando todos os preconceitos sociais.

O urbanista sou eu mas é também todas as pessoas #badass que procuram histórias de pessoas e dos seus sonhos, de resistência e teimosia, mudança e concretização.

Não é um novo urbanista, apenas uma renovação dos episódios urbanos que já conhecem, mais conscientes e com (ainda mais) opinião, para (tentar) encontrar equilíbrio no caos da cidade.

Bem vindos ♡

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