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Constipação? O yoga cura isso: 5 asanas fundamentais.

Constipação? O yoga cura isso: 5 asanas fundamentais.

Há dias conversava com um amigo e, enquanto o ouvia, não pude deixar de pensar na verdadeira importância da alimentação, do nosso estilo de vida e do exercício. E, mesmo sabendo que não o vou convencer em relação às sementes ou às papas de aveia, ouviu-me com atenção quando partilhei que, em Agosto de 2016, alterei profundamente a minha alimentação e que, desde há um ano e meio, não estou doente.

Sofro (sofri?...) de sinusite crónica. Habituei-me a uma dor de cabeça permanente que apenas desaparecia no Verão, com o calor e a água do mar. Também sabia que deveria fazer profilaxia à  base de anti-histamí­nicos para evitar as crises, mas nunca o fiz. Evitava qualquer medicamento até ao limite do suportável. Mesmo assim, tomava anti-inflamatórios com muita frequência e, duas a três vezes por ano - no mí­nimo - antibióticos para tratar uma infecção.

Era assim. Não havia nada a fazer...

Até que pensei que não poderia ser assim. Comecei por tentar ir mais vezes à praia, durante o Inverno, mas não fui. Depois de uma crise que me deixou quase sem respirar, obrigando a  uma combinação de antibióticos e corticóides, pensei  que teria de encontrar uma solução. Não foi ao estalar de um dedo mas mudei radicalmente o meu estilo de vida e a alimentação. Exercí­cio já praticava portanto, seriam o stress e a alimentação os principais responsáveis. Enquanto conversávamos sobre isto, foi ele que me disse que a grande diferença, este ano, seria o yoga. 

De facto, se associarmos os diversos factores, o yoga terá um peso fundamental. As respirações que o definem limpam o organismo e, consequentemente, mantêm-no mais saudável. Assim, decidi partilhar, porque, algures desse lado, pode estar alguém à  procura de soluções, como eu também já estive. Estas são muito fáceis de implementar.

Descobri 5 asanas que melhoram o nosso sistema imunitário e, por isso, evitam as terríveis constipações. Na maior parte das vezes, as infecções no nosso organismo resultam de deficiências no sistema imunitário, causadas, principalmente, por factores associados ao stressque diminuem a eficiência do nosso sistema endócrino. A maior parte dos movimentos são bastante simples e não necessitam de prática ou flexibilidade. Vão estimular vários órgãos, ampliando e melhorando o funcionamento interno do organismo, tornando-o mais resistente às agressões externas.

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Este movimento estimula o timo, glândula com grande responsabilidade no funcionamento do nosso sistema imunitário. De joelhos, com as nádegas apoiadas nos calcanhares, vamos estender um dos braços e, com o outro tocar no esterno, bem centro do peito. E trocamos o braço, levando um braço de cada vez numa das direcções em cada expiração. Inspiramos, mantemos a posição e expiramos, trocando o braço.

Também para estimular esta glândula, a posição de cobra: deitados de barriga para baixo no chão, os pés pressionam o chão, e os braços, à  largura dos ombros, fazem força para o tronco subir, apoiado pela contracção das pernas, nádegas e zona abdominal. Os ombros devem descer e as omoplatas encaixar uma na outra para que não seja exercida força sobre os ombros ou o pescoço.

Novamente de joelhos, esta técnica permite fazer o ar circular no nosso corpo. Braços esticados à  frente do corpo, agarramos cada um dos cotovelos e levamos os braços ao topo da cabeça, como uma espécie de moldura, inspirando e expirando rapidamente.

Do que tenho aprendido com o yoga, fica-me sempre a palavra estagnação, representando o pior que acontece no nosso organismo e na nossa vida. O yoga é uma prática que nos faz estar constantemente a aprender e as asanas, intimamente associadas à  respiração, garantem o fluxo e a limpeza dos vários sistemas no nosso corpo.

A postura pode parecer complexa mas não é. Sentados no chão, cruzamos a perna direita sobre a esquerda, mantendo as duas ancas no chão, ou seja, não deixando que a anca da perna que cruza perca o seu alinhamento e que fiquemos apoiados na nádega e anca contrária. Com as duas nádegas apoiadas e as ancas alinhadas, efectuamos a rotação da coluna, apoiando uma mão atrás das costas, enquanto subimos o braço contrário, mantendo a posição durante alguns segundos.

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A imagem não demonstra a postura com exactidão porque a executei na minha versão preferida. Aquela que devem fazer é mais relaxada, recorrendo a um bloco de yoga para apoiar as costas e manter a cabeça elevada, com as pernas esticadas. É uma posição de descanso que vai reposicionar os pulmões, trazendo-os para a frente em vez de estarem atrás, como habitualmente.

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Novamente uma torção, desta vez com um joelho no chão e o outro num ângulo de 90 graus, as mãos juntas, em frente ao peito para efectuar a rotação e assim permanecer durante algumas respirações, limpando fungos e bactérias que circulam no nosso sistema respiratório.

Garanto que resulta!

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