olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

Ser uma velha bonitona não é ser velha. É ser bonitona.

Ser uma velha bonitona não é ser velha. É ser bonitona.

Acreditem: vocês vão querer ser uma velha bonitona. Ou um velho bonitão.

Para o caso vai dar ao mesmo. Eu quero ser uma velha bonitona não só porque já tenho uma destas velhas a olhar para mim todos os dias, mas porque estas são as velhas cool. São as velhas fixes que todos queremos ser. Porquê? Porque são pessoas despidas de preconceitos, sem medo de serem quem são e do que são ou (ainda) podem ser. Pessoas para quem o amanhã é agora e não é por falta de tempo no calendário. Velhas que acreditam em si e na sua capacidade para mudar o mundo porque, mesmo de forma isolada, podemos dar o nosso contributo. Quando sorrimos mudamos o mundo de alguém. Quando escolhemos não comprar mudamos o mundo. Quando decidimos dizer sim ou dizer não também podemos estar, de alguma forma, a mudar o mundo. Para mudar o mundo não precisamos de grandes causas ou acções enormes. Por vezes coisas tão simples como um traço na folha branca pode servir para dar início a uma acção que, colectivamente, pode mudar o mundo. E, para quem não acredita, take that s*ckers!

Podem voltar a ouvir episódio das Velhas, que inaugurou esta temporada do podcast urbanista, com a Maria Seruya. Conheçam as Velhas Bonitonas da Maria aqui ou, se preferirem, no facebook.

60 anos. E então?

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O dia em que decidi ceder às tendências: vestido comprido e calças de ganga...

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