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3 motivos para me apaixonar pelo novo i3

3 motivos para me apaixonar pelo novo i3

Quem me conhece sabe que gosto de conduzir e quem me conhece bem sabe que sempre tive uma condução destemida, masculina, quase agressiva sem, contudo, nunca colocar em causa a minha segurança e a dos outros. Com o tempo fui-me controlando, pensarão... Na verdade foi o medo que me controlou porque as multas acumularam-se até aprender. Até perceber que sem carta de condução é pior do que com carta e devagar. Sempre tive o pé pesado e nunca me identifiquei com carros automáticos ou eléctricos porque sempre os considerei fáceis demais ou pouco estimulantes. E sim, conduzir pode ser um prazer e um desafio, quando engatamos uma segunda e fazemos o motor roncar, quando curvamos passando de uma quarta para terceira e daí rapidamente para uma segunda, segurando o carro naquele equilíbrio entre o poder da aceleração e da contracção do motor. Faz suspirar...

Hoje conduzo de forma diferente não sem, de quando em vez, puxar pelo motor. Contudo, habituei-me a manter as rotações no limite das 2 mil e quinhentas em velocidade cruzeiro, a controlar o consumo através do computador de bordo e, principalmente, a estar atenta aos limites de velocidade, radares escondidos e viaturas descaracterizadas. Já não é tudo à grande para garantir a carta no bolso e consumir o mínimo combustível possível, porque continuo a conduzir um veículo a gasóleo e sei que estes são os que mais contribuem para a poluição atmosférica. Por isto, quando a BMW apresentou o i3 fiquei curiosa e, quando me disseram que o arranque era semelhante ao das scooters, quis muito experimentar. 

Desta experiência com o #bmwi3, o bólide eléctrico da BMW, destaco3 aspectos principais:

O arranque. O arranque. O arranque.

Na verdade, há muito mais do que isso. O arranque surpreende e a velocidade dos 0 aos 100 deixou-me, de imediato, a pensar... temos carro. O facto de não ter mudanças garante atenção total na aceleração e controlo do veículo, parecendo que estamos a conduzir um carro de corridas. Curva nas horas, que é como quem diz, as rotundas não têm segredos para o i3. Quem conhece a marca sabe que facilmente um BMW dá de traseira, ou seja, a tracção atrás não facilita quem não conhece a condução destes carros, especialmente em dias de piso escorregadio. No caso do i3, ainda que a estrada estivesse seca, parece-me que se aguenta melhor do que os seus comparsas menos sustentáveis. E este é o segundo aspecto que mereceu 5 estrelas: este carro eléctrico é totalmente sustentável (produção/utilização), não emite ruído e dá para umas quantas voltas na cidade (200km). A condução é extremamente prática, com uma posição de condução muito confortável e excelente visibilidade. A mim deu-me a sensação de que conhecia o carro desde sempre, quer ao nível das dimensões, brecagem e visibilidade para estacionar. 

O sistema desenvolvido pela marca, chamado one pedal feeling, foi o único aspecto que obrigou a alguma adaptação (nada que ao fim de meia dúzia de quilómetros não estivesse controlado) porque, no momento em que levantamos o pé do acelerador, o motor trava suavemente, diminuindo de imediato a velocidade e carregando a bateria.

O habitáculo tem espaço, o tablier é vasto, dando aquela velha sensação de estarmos protegidos pelo motor, como nos carros mais antigos. A bagageira é uma surpresa e está ao nível de veículos maiores, num formato amplo e rectangular que garante espaço de arrumação o que, para um citadino, é uma grande vantagem.

Em conclusão? Tenho pena de não o ter trazido comigo para casa porque o disparo na aceleração, a condução ao estilo dos filmes de ficção científica, o espaço e o conforto, bem como o facto de ser totalmente verde são mais do que 3 razões que me deixaram apaixonada.

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