olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

Bronze no escritório? Segredos sem mãos cor-de-laranja | making the fake than (at) work

Bronze no escritório? Segredos sem mãos cor-de-laranja | making the fake than (at) work

Chegámos àquela época do ano em que um tom de pele demasiado claro é questionado. Parece-me que essas pessoas não se questionam quanto à opção de não querer bronzear ou outra, sem opção, que é de não conseguir bronzear. 

Actualmente oscilo entre as duas, depois de ter retirado três sinais nas costas e a consciência de que algumas rugas vieram para ficar. O sol é bom e eu gosto mas não me adianta deitar e esperar que a magia aconteça. Não há magia. A tez clara, os cabelos entre o castanho claro e o ruivo não deixam dúvidas, muito embora durante demasiado tempo eu tenha achado que conseguiria contrariar a minha natureza. Rodeada de morenas, aquelas que passam uma tarde na praia parecendo que estiveram 15 dias de férias, fui sempre a do branco leitoso que não vestia biquínis brancos por não fazerem contraste. Até ao dia em que me aceitei. Que passei a valorizar o meu tom de pele porque é este que tenho e não há tarde de sol que o possa mudar. Também há muitos anos tentava de tudo para parecer bronzeada sem ter de apanhar sol. Porque para a maior parte das pessoas com a pele clara e sensível, o sol queima. Aquela sensação de estarmos a fritar, sentados na areia da praia, é tudo menos agradável. Mesmo com protector 50. Mesmo nas horas boas. Mesmo em movimento ou à beira da água... Nessas tentativas conheci de tudo e tive a sorte de nunca acabar com as mãos cor-de-laranja, mas lembro-me de estragar roupa, do cheiro que oscilava entre o caramelo e sérum de vitamina C. Das pernas manchadas porque usava hidratante com cor, esquecendo-me de que teria de passar horas sem me vestir ou sentar no sofá... Um não acabar de disparates até acabar por perceber que não me interessam os olhares dos bronzeados que já circulam por aí. Vou usar os meus vestidos com as pernas brancas, anyway. Caso contrário visto-os quando? Em Outubro, depois de alguns meses a apanhar sol?...

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While in London I feel happy not to have that awakward attitude towards my pale skin. Have you been to the beach lately? You definetly need to get some sunbathing...  

These are common approaches to my non-existent glowing tan. Although a bit annoying, I've been able to move from a "I need to get a tan no matter what" to "I love to be fair skinned and I won't make a single effort to have a bronzed skin". 

Some years ago I was acting a bit crazy about it. I'm the palest among my girlfriends and I wanted to look like them: bronzed skin of well-holidayed young women who have got their act together. Even if all of them were spending an afternoon at the beach to look like it. Even if I'd stayed a whole month at the beach with a pretty lax attitude towards sun cream application, nothing would work. And I didn't had the time, neither the patience to do it. So I used all sorts of fake tan products with the most disappointing results. Fortunately never made that orange hands' mistake but still, fake tan always looked preposterous on me and all I ever wanted was that sunkissed glow that make us look healthier and happier... Yesterday I read this amazing review about Pre-Shower Tan (NDK SKN) which promises to work in ten minutes and continues to develop for the next six hours, meaning you can apply it, take 10 minutes to prepare dinner, shower and go to bed to look (almost) naturally tanned in the morning. A must try, definitely, specially if you spend your days inside with 30° on the outside...

Produtividade e cenas das quais os patrões gostam. So not cool...

Produtividade e cenas das quais os patrões gostam. So not cool...

A epopeia do estilo: 5 disparates muito comuns, mesmo depois dos 40 (válido para ELES, também).