olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

A epopeia do estilo: 5 disparates muito comuns, mesmo depois dos 40 (válido para ELES, também).

O estilo - e a falta dele - é algo muito próprio é inimitável, mesmo quando copiamos. O problema do estilo, o nosso estilo, é que por mais que queiramos fugir dele, cola-se a nós de tal forma que, mesmo quando trocamos tudo, o nosso estilo continua a ser nosso. Para o bem e para mal.

Andamos anos (décadas?) a tentar encontrar o nosso estilo, a definir aquilo que somos e como nos sentimos bem. Durante esse tempo fazemos todo o tipo de disparates, incluindo o da cópia, da imitação que parece sempre uma imitação barata do original, mesmo quando o original foi mais barato do que o nosso esforço. Em vão. Não somos nós. Somos a tentativa de sermos nós. A cópia só resulta em teoria. Melhor: resulta na teoria porque muitas vezes, mais detalhe, menos detalhe, um professor terá muito trabalho para provar que um aluno não decorou um conceito para o debitar num exame. Mais do que o tempo merece e mais do que o esforço investido para que as pessoas percebam e não decorem. É também uma questão de estilo e, sobre esse não me pronuncio.

Em relação ao estilo, aquele que vos trouxe até aqui, não há cabula que nos valha ou regras impostas que consigamos dominar. Por muito que nos possamos inspirar no que se passa no mundo - e não apenas na moda porque o estilo vai muito além do que vestimos - o estilo tem de ser nosso, reflectindo o que somos. Porque quando tal não acontece, assumimos uma identidade que não é a nossa e projectamos uma imagem que está muito longe do que queremos parecer. Mesmo que tenhamos múltiplas identidades visuais - que temos sempre porque mudamos em função do contexto - somos sempre a mesmas pessoa com reflexo naquilo que vestimos por isso, mesmo quando tentamos parecer outra coisa, há sempre algo que nos denúncia. Normalmente, uma mexa de cabelo rebelde contra um vestido formal ou um cabelo demasiado alinhado num look descontraidamente wild. Só resulta se formos quem somos e, quanto a isso, não há moda. Há opções que são nossas e que se adaptam em função das tendências da moda, a nossa fisionomia e idade. Como as leggings que não são para todas, ou sendo, desde que se sigam regras simples, também tudo o resto depende da nossa auto confiança e atitude. Nenhuma está à venda, mas podem conquistar-se!

Por isso, numa espécie de continuação de artigos anteriores e, especialmente o de ontem, people unite: vistam-se de acordo com a vossa personalidade, ignorando as regras que ditam as revistas ou a moda que está nas montras. A indústria da moda existe para nos servir e para dela nos servirmos. Não o contrário. A moda é aquilo que cada um usa por isso, vamos evitar os 5 erros mais comuns sem, contudo, deixarmos de ser quem somos e, acima de tudo,s em deixarmos de usar o que queremos mesmo quando já passamos a barreira dos 40.

Bronze no escritório? Segredos sem mãos cor-de-laranja | making the fake than (at) work

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Somewhere... over the rainbow...

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