olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

5 horas (III)

5 horas (III)

@cathrynlavery

@cathrynlavery

Ainda a questão das 5 horas...

Porque para quem trabalha apaixonadamente 5 horas não são nada e, para quem se arrasta para o local de trabalho, 5 horas são uma eternidade.

Em alguns casos - por exemplo quem trabalha no atendimento ao público - as horas estão negociadas à partida, entre o part time e o full time. Há inúmeros casos que provam que a regra, em si, é de difícil aplicação. Contudo, na generalidade, é possível. Há ainda exemplos para os quais será uma questão de mudança de mentalidade, relativa à forma como encaramos o trabalho. 

Para quem quiser aplicar a regra, momentos mortos, falta de concentração, distracções e actividades paralelas têm de ser eliminadas. Para mim, o dia começa cedo para terminar igualmente antes da hora. A hora de começar determina a hora a que terminamos. Independente do ritmo de cada um, é preciso dormir o número de horas que garanta concentração e capacidade de trabalho. Comecemos pelo princípio: 

Desligar todos os aparelhos electrónicos ou deixá-los fora do quarto (modo avião só é válido se, quando o activarem, não voltarem a tocar no telefone até à manhã seguinte), criar um ambiente propício ao repouso, com a luminosidade e temperatura ideal. Dormir para acordar com as energias devidamente repostas. Tomar um bom pequeno almoço, que inclui proteína, hidratos e vitaminas. Uma bica e um croquete não alimentam ninguém, mas pão de cereais não refinados, sumo de fruta, cereais integrais, aos quais ainda juntamos café ou chá serão melhores opções para garantir energia e capacidade de concentração.   

Durante este período podemos ir consultando as notícias e espreitando as novidades nos sites de redes sociais. Rever a lista, elaborada no final do dia anterior, com tudo o que é preciso fazer nesse dia. Estabelecer (ou re-estabelecer) prioridades. Praticar exercício físico. Em casa, uma caminhada na rua, jogging ou uma passagem pelo ginásio. Tudo o que obrigue o corpo a mexer, a serotonina a libertar-se, a adrenalina a aumentar e o cérebro a oxigenar. Ligar o computador, desligar as notificações, baixar o volume da campainha do telefone e começar a trabalhar, com uma bebida quente (ou fria) a acompanhar, música (a playlist Urbanista é um bom começo), rádio ou uma selecção de podcasts para as próximas 5 horas...

Porto

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Não sou solteira. Mas, se fosse, também (não) gostava...

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