olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

Aprender a QUERER. Para PODER.

Aprender a QUERER. Para PODER.

Querer é poder, sempre ouvi dizer. Na verdade, sabemos que entre querer e realmente poder há um número infindável de verbos que nem sempre se conjugam no futuro. O presente é duro, cruel, interpõe-se entre o que queremos e o que podemos. Derrota-nos. Derrotamo-nos?

Sim. Derrotamo-nos. Porque a capacidade para sonhar e concretizar depende apenas de nós. Com portas abertas ou fechadas, nãos à mistura, o sim que tanto desejamos, que teima em demorar.

Elas inspiram-me. Fazem-me acreditar. Porque é preciso acreditar para conseguir. Pensarmos que sim, que somos capazes, que todos os impedimentos em que acreditamos são, na realidade, estratégias inconscientes que nos impedem de ver largo e longe. Ao contrário de uma certa cultura individualista e competitiva, as #chicaspoderosas são pela partilha de conhecimento e competências, pela ajuda mútua, pelo estabelecimento de relações que vão fazer com que todas (todos porque é completamente inclusivo, ainda que pensado por mulheres e para mulheres) possam crescer. 

O tempo não é de ficar confortavelmente sentado no sofá (alguma vez foi?!). É de arriscar, abraçar o mundo porque este está, finalmente, aos nossos pés, mesmo que o queiramos ignorar.

Não ignorem. Apaixonem-se e vão atrás do que querem. Antes dos outros estamos nós. Antes de nós, nada. Aceitarmos o que somos para que os outros nos aceitem. Como?

(proibido começar a dizer baixinho "ah, sim, pois isso é muito bonito e tal...")

#1: saber o que queremos

Parece fácil mas não é. Implica aprender a dizer não mesmo antes de começarmos a ouvir não. Se soubermos o que não nos realiza, o que não nos motiva, o que não nos faz feliz, então sabemos - mesmo que pensemos o contrário - o que queremos. Muitas vezes o processo é complexo, demorado, difícil e, por isso, será objecto de um artigo exclusivo sobre o tema.

#2: ir atrás (do que queremos)

O primeiro passo é o mais difícil. Para conseguirmos dar esse passo, depois de sabermos o que queremos concretizar temos de verbalizar. Contar a alguém a nossa ideia, projecto ou objectivo. Explicar a quem nos pode ajudar, ou simplesmente, motivar, o nosso plano. Sem medo da cópia,  das imitações, sem o pânico de que nos roubem a ideia. Porque todas as ideias podem ser copiadas. O que não quer dizer que sejam iguais.

#3: não desistir

Estar sempre focado no objectivo final. Pode ser um novo emprego, uma mudança de rumo profissional maior do que a mudança de emprego, realizar algo ou, no foro pessoal, dar início a qualquer processo. Ou coisa. Não sei se será válido para encontrar um novo amor. Mas... tudo é possível. Vale chorar, gritar e arrancar cabelos quando a frustração nos invade. Por isso é tão importante ter um pacer (running buddy) que nos ajuda a não desmotivar. Ou nos passa os lenços de papel e diz que devemos evitar a comparação com os outros, ignorando igualmente o suposto sucesso que encontramos no Facebook. Tudo começa do nada, e nada depende apenas de nós, pelo que estabelecer e manter uma rede de relações pode ser a solução para muitos dos nossos aparentes problemas. Ajudar para ser ajudado. E garanto que o que damos, recebemos em dobro. Não é karma. É mesmo assim. Isso, e comemorar todas as pequenas vitórias. Por mais insignificantes que possam parecer, ajudam a concretizar aquela grande vitória que pretendemos alcançar. Keep going!

Regras de ouro para chegar ao topo

Regras de ouro para chegar ao topo

#dayofthegirl

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