olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

About misconceptions (mal entendidos)

About misconceptions (mal entendidos)

The pressure to fit into an uncomfortable mound #BeingHuman #HeForShe @edgarramirez25

A video posted by #HeForShe (@heforshe) on

@heforshe The pressure to fit into an unconfortable mound #BeingHuman #HeForShe @edgarramirez25

@heforshe The pressure to fit into an unconfortable mound #BeingHuman #HeForShe @edgarramirez25

Para ver e ouvir até ao fim.

Gosto de homens (ponto, mas ainda mais dos) que conseguem perceber que esta coisa de ser feminista não se relaciona em nada com manias de gajas que acham que sabem mais do que os outros, que têm a mania, que odeiam os homens ou as outras mulheres. 

Quando falamos de feminismo, estamos principalmente a falar de direitos. Quando falamos de género, falamos de igualdade. Nenhum é exclusivo das mulheres, muito embora, na maior parte dos casos, respeite às mulheres. Porque, por exemplo, ganham menos trabalhando o mesmo número de horas, com as mesmas responsabilidades; se dedicam mais horas ao trabalho doméstico e a cuidar da família. Porque estão limitadas no acesso à educação. Porque estão sub-representadas na política, na economia, nos negócios. Não vale a pena ser exaustiva. O engano está em pensar que a questão da igualdade e dos direitos é exclusiva das mulheres. Pode haver maior pressão sob as mulheres e serem muitas mulheres a levantar a voz contra a desigualdade. Na verdade, acredito na igualdade a na defesa desses direitos. Para homens e mulheres. Dizem que é ser feminista. Pois que seja. Mas também levantaria a minha voz para defender a situação contrária, como alguns homens fazem, lembrando que a desigualdade não é uma questão de género.

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5 horas (II)

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