olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

a plus size, anyway!

Não sou pelas gordas. Nem pelas magras. Sou pelo bom senso. Não sou como a Betty Faria a quem as gordas enojam e não penso que todas as magras sejam anorécticas. Simplesmente porque não penso nada. Não condescendo mas também não critico. Mesmo quando aquela vozinha interior está lá, bem no fundo (fundo, mesmo), a pensar que está ali uma muito gorda ou muito magra, sigo o meu caminho. E espero que sigam o delas, olhando para mim independentemente do cabelo, da estatura, dos pés, das unhas, dos sapatos ou de qualquer outro pormenor relacionado com a minha aparência. Porque todos olhamos. Oh, se olhamos...

Contudo, não podemos ignorar que a sociedade, no geral, caminha para a obesidade. Não por mero desleixo. Na maior parte dos casos, por inércia e muita ignorância. Por anos de instrumentalização em torno do que é mais fácil e saboroso que é, também, mais gorduroso, salgado, açucarado, processado. Só coisas boas, portanto...

O importante, aqui, não é o tamanho, volume ou estatura. É a mudança que se verifica, dia após dia, em torno da eliminação do estigma (dos estigmas?) social em torno das mulheres plus-size. Plus-size é a definição perfeita para estas mulheres cujo tamanho é acima da média e que, entre nós, ainda oscila entre o grande ou volumosa, para querer dizer simplesmente gorda. E todos sabemos isso.

Porque todas - mesmo todas - as mulheres têm direito a sentirem-se bonitas. Mesmo que a (ou parte da) sociedade ache que não. E, note-se, a mulher plus size não é obesa. É grande. Volumosa. Maior do que o 36 pelo qual todas sonhamos...

In project Runway First, finalist debuts entirely plus-size fashion show

In project Runway First, finalist debuts entirely plus-size fashion show

Mobiliza 1. Mobiliza 2. Mobiliza 3. Não desmobiliza

#fortiesrock. You bet!