olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

Life without sugar. Yes, we can!

Life without sugar. Yes, we can!

O relógio estava quase a bater na meia noite. Deitei-me na cama, depois de um duche. Ar quente, não soprava uma brisa. É Verão. Foi um dia de Verão. Amanhã, ou depois, logo se vê.

O ritual habitual, enquanto a cama não se preenche, de passar os olhos pelas notícias. Há muito que deixei de ter televisão no quarto. A rádio, à noite, já não apetece. Folheio a app do Observador para descobrir que passei o dia a comer disparates. 

Sou das que não usa açúcar para nada e que tem consciência (alguma, pelo menos) do açúcar desnecessariamente adicionado aos alimentos processados. Muitas vezes, quando como fora de casa, penso nos ingredientes que poderão ter sido utilizados, naqueles que são uma grande ajuda na cozinha, aceleram o processo e intensificam o sabor. Não perco a fome. Mas quase...

Não sei se conseguiria passar um ano sem açúcar. Aquele de que se fala no artigo. Porque "é realmente penoso pensar numa dieta sem bolachas, sem uma bola de Berlim na praia, sem um suminho ou umas batatinhas aqui e ali — porque estamos viciados em açúcar sem nos apercebermos". Muitos de nós poderão ser viciados sem saber: "não bebia Coca-Cola, não colocava açúcar no meu café, nunca tinha comido um donut e os gelados não me diziam nada. Mas, na verdade, escondia-me atrás dos chamados ‘açúcares saudáveis’ como o mel, o chocolate preto e as frutas". Ontem dei uns golos numa Zero. Como a Megan Kimble, cujo relato surge no artigo do Observador, também eu há muito que não bebia Coca-Cola. Confesso que não me soube bem. Nada bem. É uma questão de hábito e é possível desintoxicar o nosso corpo mesmo que haja "um período de desintoxicação, onde toda a gente se vai sentir um lixo" porque actualmente "há açúcar em tudo! Carnes frias têm açúcar. Mostarda, molhos, tudo tem açúcar. As empresas acrescentam açúcar e camadas de produtos químicos para fazer a comida durar mais tempo e ter melhor sabor", o que acontece ao fim de algum tempo é a rejeição do que é mau. Já aqui (e aqui) falei disso é comprova-se: "ao fim de um ano a alimentar-se exclusivamente de alimentos não processados, Megan comeu um cachorro-quente e uma Coca-Cola e simplesmente não gostou do sabor porque sabiam a químicos".

Por isso... If they can, we all can! 

Sou apologista de uma alimentação saudável com alguns #guiltypleasures porque acredito que, demasiadas regras nos podem fazer infelizes. Ou afastar de quem nos rodeia, perdendo-se aquele lado social da comida que é tão bom.

Há, no entanto,  (muitas) pequenas alterações que podemos introduzir na nossa rotina que podem fazer a diferença. Mas notem... Se querem mesmo emagrecer, esqueçam lá o pão. Especialmente a partir da hora do almoço, se não praticam exercício (intenso) ao fim da tarde... Desistam das carcaças, vianinhas, fofinhos e outros acabados em "inho", de farinha branca, muito refinada que se transforma em açúcar assim que o mastigamos. O pão, por definição, não engorda. O problema é farinha do pão e aquilo com que o recheamos...

#healtychoices #bodypositive #urbanistalowinsugar

a relação perfeita.

Gorda fit também é gorda ou chamam-lhe outros nomes?