olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

Fruta: a boa, a feia e a má.

Fruta: a boa, a feia e a má.

Para os que estavam à espera de encontrar um post #fashion, eu explico.

O que deveria ser #fashionable é a alimentação saudável. Leiam até ao fim, eu explico porquê.

E também vos explico a razão pela qual o artigo que estava pronto para publicar ficou pendente... Nisto de blogues, instagram e afins, é tudo muito natural. Tudo acontece por acaso e está sempre alguém a documentar as coisas que naturalmente acontecem. Acontece que naturalmente estava, de forma natural, com um outfit daqueles bem giros, num dia de sol aberto e, naturalmente, fotografaram-me, naqueles momentos completamente naturais e não fazemos, naturalmente, ideia que estamos a ser fotografados. Porque é tudo espontâneo e escolhemos aquela roupa e a posição perfeita de forma natural. Às vezes é assim. Naturalmente que na maior parte das vezes não. E, da mesma maneira que me transfiguro com uma peruca branca, também há outras fotografias pensadas para serem naturais. Mas hoje não está sol e não faria sentido uma fotografia de céu azul. Naturalmente, mudei de ideias.

Se havia plano B? Há sempre, mas o meu plano B mudou para o C quando, ao almoço, dei comigo a pensar que esta minha aparente obsessão com morangos pode custar-me caro. Há-de haver um dia em que, em vez de seguidores, ganho detratores e uns quantos deixam de ler o que escrevo. Corro esse risco. Sabem porquê?

Não é por gostar muito de morangos. É porque estes morangos são mesmo bons. Os morangos da foto têm uma semana. Sim, estão há uma semana cá em casa e, embora alguns estejam muito maduros, não há nenhum podre. Com bolor. Nenhum se desfaz daquela forma que outros se desfazem quando ultrapassam o limite do comestível. E isso, faz toda a diferença. É ultrajante andarmos a comer fruta sem qualidade, a pagar (caro) por fruta que esteve (sei lá quanto tempo) congelada e que vai para as bancas dos supermercados como se fosse fruta da época. É. De há duas épocas atrás, provavelmente. 

Esta pêra foi comprada no Domingo. Ontem à noite, descasquei outra destas pêras para dar à minha filha. Tive plena consciência de que lhe estava a dar um fruto para encher a barriga, pobre em vitaminas e minerais que, supostamente, são a grande vantagens em comer fruta. 

Isto acontece porque às vezes sou preguiçosa. Ou porque às vezes me apetece fazer outra coisa a um sábado de manhã e não vou ao mercado comprar fruta. Can I?!

Quando vou, compro o que há. Não havendo fruta nacional, não compro. Não havendo pêras ou maçãs, compro outra coisa. Mas quando entramos no supermercado - este supermercado em especial - está tudo tão arrumadinho, organizado, com tão bom aspecto, pronto a pegar e levar, em caixinhas, pesadas e marcadas, para não dar trabalho nenhum. A senhora que pesa a fruta é tão delicada e atenciosa que, mesmo sabendo que a fruta - aquela fruta - não vale o preço que pedem, compramos.

A preguiça paga-se cara. No bolso e na saúde. Por isso,  obrigada Quinta Branco's por estes morangos e por cabazes que também já sei que existem. Obrigada Fruta Feia por existirem. Obrigada Quinta do Arneiro pelos vegetais "da nossa Quinta" que têm um sabor maravilhoso. Sabem o que acontece às sopas que faço com estes vegetais? A miúda cá de casa diz que têm um sabor esquisito. Nós respondemos... Deve ter... são vegetais a sério, com azeite do monte (de um amigo) e pouco sal. Por isso, não é diferente, querida Rita, é saudável...

#frutaboafeiaemá #urbanistagoesorganic #healthychoices

 

 

(*) sobre a Fruta Feia há mais... Alguns dos meus alunos de CC no ISCSP fizeram trabalhos multimédia sobre esta organização que podem consultar aqui aqui e aqui
Treino funcional. Que funciona.

Treino funcional. Que funciona.

#mustlistento

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