olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

pequenos segredos

A verdade é que gosto de comer. Mas não sou boa boca. Não como de tudo. Tenho um olfacto apurado e uma visão que despista muito facilmente o que não me agrada. E não, nem sempre é preciso provar. Porque gosto de comer, o corpo acusa-se. E segue o caminho inverso ao das medidas da roupa. Há, portanto, duas opções: inverter a marcha ou comprar roupa nova. Como não sou de ir às compras, inverto a marcha.

Há muito que aprendi as vantagens de uma alimentação saudável. Porque tem de ser. Tento convencer-me sobre as suas vantagens mas é difícil. Alguns nutricionistas dizem que é possível controlar as compulsões alimentares. Não sei como, porque não as tenho. Ou talvez tenha, apenas uma, em situações muito particulares. Não será compulsão, antes reacção. 

Dizem esses nutricionistas que pode parecer difícil trocar uma pizza por uma sopa (seriously?!) mas é possível (double seriously?!...). Talvez seja. Obviamente que é. Basta querermos. Mas custa-me a acreditar que a longo prazo o cérebro associe os alimentos saudáveis a recompensa, rejeitando os outros. Acrescentam que a proteína e as fibras ajudam no processo. Obviamente que sim. Só temos de aprender a cozinhar de forma saudável, saborosa e que nos mantenha saciados. O problema é que, quanto batem as seis da tarde depois de um dia de trabalho, não há nada à mão e as pastelarias da zona só tem bolos e outros produtos demasiado refinados. Duro?... Nada!! Basta querermos (triple seriously?!...). Ou levarmos de casa. 

Vou continuar a apostar na minha Lei das Compensações. Por hoje, ataco esta aparente dose de saúde entre duas fatias de pão e uma grande porção de saturated fat na sobremesa. Amanhã?... Wait and see...

Bon chic, bon genre?...

A realidade nem sempre é elegante

A realidade nem sempre é elegante