olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

New York

Este ano, em Nova Iorque, celebrou-se a diversidade, uma mostra pública daquilo que é, no fundo, a realidade de quem veste a roupa. Para a próxima época as tendências são claras:

A rua invadiu a passarela e não só as modelos tendem a mostrar a diversidade que existe na vida real, como as colecções estão próximas da estética quotidiana. As notícias concentraram-se em Winnie Harlow, a modelo com uma doença de pele  (vitiligo), nas etnias, orientações sexuais, deficiência, tamanhos.

A moda para todos, protagonizada desta forma. As magras e as brancas ainda dominam, mas não faltaram apontamentos sobre esta pequena (grande) mudança num mundo tão rigoroso quanto o dos desfiles de moda. 

Imagens: Mercedes Benz Fashion Week (Facebook e Instagram)

Na verdade, tudo muda para se auto-renovar. O retro chic mantém-se, procurando inspiração em tempos passados para definir o futuro. O sport chic é reforçado e o estilo Céline suporta esta constante necessidade de um cool minimal que se vê também nos acessórios e maquilhagem: com excepção dos olhos, com um traço à gata ou esfumados, a base cor de laranja já era (se é que alguma vez foi). A pele quer-se limpa e sedosa. Os cabelos enrolam-se no topo da cabeça, junto à testa, de preferência com as pontas soltas. Ou com uma fita no topo da testa. Apenas isso. Nude. Branco leitoso. Beje. Cinza. Os tons neutros colaram-se às unhas e recusam-se a sair.

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