olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

if I had a bagel

poderia escrever linhas sem fim. Mas não posso. Não pude. Ainda.

Publiquei, a semana passada, uma notícia da NiT sobre a Raffi's Bagels no meu perfil do Facebook e assim que, afinal, não estou orgulhosamente só nesta cruzada pelos saborosos bagels. E também descobri que o perímetro Amoreiras - Campo de Ourique pode, muito bem, passar a ser dominado por uma certa culture française. Para além do Lycèe Français, do novissimo Raffi's, temos o Eric(Kaiser) e a La Creperie da Ribeira que, recentemente, subiu às Amoreiras. Há, portanto, um certo je ne sais quoi que alimenta as ruas e se pode provar nestes locais. 

A Raffi's Bagels abriu no início do mês. Fui visitar a loja este sábado e, quando cheguei, lamentavam-se num português muito afrancesado, que já não tinham mais. Ofereceram o que havia: café, muffins (que também são feitos por eles) e cookies (boas).

 

A loja é pequena, embora muito acolhedora. Simples, sem ser minimalista, com aquele toque Francês se que reconhece nas lojas de franceses fora de Paris. Não sei explicar, mas têm - as que conheço - uma aura que as torna diferentes. Porque os bagels são, apesar de tudo, tipicamente Nova-Iorquinos, os nomes representam a cidade e a oferta do Raffi's Bagels: em Manhattan há queijo creme, frango, agrião, abacate e salsa. Em Brooklin há azeite, pickles fleich, agrião, pickle de pepino, mostarda com mel. Há outros locais icónicos e, para os menos aventureiros, combinações mais suaves e consensuais, todas servidas num bagel que pode ser normal ou com sementes... aquilo que encontrei quando lá cheguei.

#foodie #bagels #raffis #france

to vegan or not to be

melt it