olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

Comer. Orar? Amar.

A ordem talvez não seja exactamente esta... 

O que comi em quantidade perdeu-se em qualidade. Por prazer. Pura vontade. Muito açúcar. Hidratos. Muita gordura. Decidi acabar ontem à tarde no #Estorilstreetfood15, o primeiro festival de street food em Portugal.

Gosto de comer bem, mas sobretudo gosto de ir comendo. E de ter a possibilidade de ir experimentando, on the go.

Quando visitamos uma cidade, passamos parte do tempo na rua, caminhando. Numa esquina crepes. Mais à frente, piadina. Depois, waffles.  Sumos de fruta. Cachorros. Guacamole. Pizza a Pezzi. Gelado. Coffee to go... 

Clockwise: Belgian style waffles (com chocolate Belga) WAFFLERIA; Gnocco com salami MOZAO; Cappuccino, Copenhagen Coffee Lab; Gnocco Carbonara com pancetta.

Na Europa e Estados Unidos é comum comer-se na rua. Na América Latina também. Por cá, somos ainda demasiado conservadores para viver assim, descontraidamente. Pode mudar. Tem de mudar.

Quando anunciaram o Street Food European Festival fiquei pronta. Depois, vi tantos comentários negativos, tantas críticas à organização, tantas queixas no Facebook que estive quase a desistir. Mas foi também isso que me motivou a espreitar. Não seria possível tanto amadorismo. E não era. Foi uma infeliz coincidência que juntou novidade + gente + fome + uma tarde de sol. Estive ontem, ao final da tarde, nos Jardins do Casino e gostei muito. Há pormenores que certamente serão melhorados no futuro mas, para já, comi muito bem. E não é por isso que lá vamos, para comer?...


style

casa nova?...