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urbanista

a vida como ela é

#hatersgonahate

#hatersgonahate

Depois do episódio do #podcast urbanista desta semana, apetece-me declarar guerra aos #haters e fazer a apologia do #letloverule. Há dias alguém comentava um live no Instagram chamando-me racista. Vai lá saber-se porquê. Também já me chamaram calhau com olhos. Já foram muito mal educados. Desses não reza a história. Nunca comentaram negativamente o meu aspecto mas, garanto que os comentários maldosos sobre o nosso intelecto, são igualmente difíceis de digerir.

Gosto muito do momento em que diz "let haters do what they do" porque, de facto, há sempre quem ache que faria melhor. Mas não faz e tem por passatempo criticar o que os outros fazem. O discurso é sobre a forma como os outros comentam o nosso corpo, sendo válido também para a forma como se referem ao nosso trabalho. 

A exposição pública - entenda-se qualquer coisa que façamos em publico ou o que está disponivel publicamente (uma fotografia, uma frase nos sites de redes sociais) - basta-lhes - a essas pessoas - para alimentar pequenos ódios de estimação que  crescem na directa proporção da popularidade. 

Estamos a poucas semanas de inaugurar um novo ano e, com ele, novas resoluções.

Seja para deixar de fumar, praticar exercício ou gostarmos de nós, a mudança só acontece quando estamos preparados para a receber e não quando queremos, por mais que possamos insistir. 

Sabemos que dificilmente conseguimos mudar um presidente ou anular transferências para off-shores, mas conseguimos ser melhores do que somos, evitando julgar.

Se, por um lado, os tempos são de grande preocupação com a nossa saúde e bem estar, por outro, são também os tempos em que permitimos que outros sejam julgados nos media sociais, enquanto somos impactados por mensagens com objectivos comerciais que apelam ao consumo de todo o tipo de produtos para sermos mais bonitos, esbeltos ou tonificados, para fazer prevalecer um paradigma de comunicação mediática em torno do jovem e do belo. E se, na verdade, devemos cuidar da nossa saúde, o processo é de tal forma individual que não pode existir um conceito de tamanho, estilo, aparência ou género único, como se a mesma solução servisse a cada um de nós. Não serve, por mais que tentem convencer-nos disso. 

#bodylove e cenas

#bodylove e cenas

Girls who are boys... who love boys to be girls...

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