olá.

bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida.

Se um bebé incomoda muita gente...

Se um bebé incomoda muita gente...

Nem sei por onde começar porque este é (mais) um daqueles temas que me exacerba um certo patriotismo muito negativo, repensando tudo aquilo que por cá temos de bom...

Paula Cosme Pinto (A Vida de Saltos Altos) escreve muitas vezes sobre temas que me são próximos ou que também abordo no Urbanista, normalmente numa perspectiva partilhada, contra a ruralidade de um certo pensamento aparentemente moderno e recheado de pormenores rústicos e muito antiquados. Desta vez dedicou-se ao tema da parentalidade e à forma retrógrada como a questão foi recentemente tratada na Assembleia da República, chumbando o pacote legislativo para a natalidade. Chumbar, até poderia chumbar, mas a pergunta impõe-se: fizeram-no porque vão apresentar um melhor?

Por melhor, entenda-se uma proposta que prolongue (mais) a licença, especialmente para nascimentos prematuros,  bem como a duração da licença parental do pai, por exemplo. Mas isso são apenas pormenores numa sociedade que ainda olha de lado para a eficiência de quem produz sem ficar depois do horário...

Não se pode permitir que mulheres continuem a assinar contratos onde se comprometem a não engravidar. Não se pode permitir que trabalhadores sejam criticados ou questionados quando precisam de ficar em casa com um filho doente. Nem muito menos questionar um homem sobre porque motivo não é a mulher a fazê-lo.
— Paula Cosme Pinto (Expresso)
#EstamosJuntas

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Se a vida te dá um smartphone, FILMA!

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