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urbanista

a vida como ela é

To meditate: essa é a questão

To meditate: essa é a questão

Ao longo da vida tenho percebido que, repentinamente, alguns temas, ideias ou conceitos ganham maior destaque na esfera pública. Como se, subitamente, apenas se falasse daquele tema na comunicação social, nas conferências e nos cursos, nas conversas de café entre amigos. Talvez sejam coincidências, o universo a conspirar ou apenas a nossa atenção que se foca num determinado aspecto. Na verdade, nunca fui (serei?...) uma pessoa muito espiritual ou dada a 'coincidências'. Quando afastamos o nosso lado mais emocional, e a espiritualidade que também nos caracteriza, parece que tudo é mais fácil de fazer ou resolver. Na verdade, não é.

 ©wanderlust

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Durante boa parte da minha vida ignorei o que me dizia o coração, calava aquela voz interior a que chamamos intuição, concentrando-me na lógica do que deve ou pode ser, numa suposta articulação de sentidos, contextos e situações que se sucediam de forma lógica. O problema começa quando olhamos para tudo aquilo que supostamente faz sentido e percebemos que poderia ser de outra forma. 

 ©wanderlust

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Um dia, não há muito tempo, retirei as peças do puzzle não encaixavam e deixei de procurar a que faltava. Temos as todas as respostas dentro de nós, só temos de as saber procurar, que é o mesmo que dizer que temos de aprender a ouvir o que o nosso corpo e espírito têm para nos dizer. Foi então que muitas pessoas novas e diferentes entraram na minha vida, como se me estivessem reservadas desde sempre, enquanto me apaixonava cada vez mais por aquilo que a vida nos mostra e oferece, bem como para onde nos leva quando abrimos o coração, sem medo do que os outros nos possam fazer, seguros de que aquilo que aquilo que sentimos é a fórmula mágica para encarar a vida e tomar decisões. Chamam-lhe atenção plena, fala-se de meditação, e práticas como o ioga estão cada mais próximas de muitas pessoas, deixando aquele nicho em que se limitou durante muito tempo. Para mim trata-se de aprendermos a ouvir o temos para nos dizer, não ignorar o que sentimos em relação às coisas e às pessoas, deixar fluir a energia. Eu sei que, quem está a ler, ficou curioso. Começa sempre assim... Depois, cada um saberá a melhor forma para encontrar (talvez re-encontrar) o caminho em direcção a uma vida mais presente e plena.

Hoje apresentaram-me o wanderlust, um evento que terá lugar em Lisboa no próximo dia 8 de Outubro.  Pode ser uma boa forma de começar a desbravar caminho, abandonando a excessiva objectividade para aceitar a intuição, especialmente porque pessoas como a Rute Caldeira ou a Filipa Veiga vão estar a ajudar-nos neste processo. A Filipa no yoga e a Rute guiando-nos na meditação... se for como a pequena sessão que orientou esta manhã vocês vão render-se como eu me rendi...

#beactive ou seja, mexam-se!

#beactive ou seja, mexam-se!

Lê-se 'be cooque', que é o mesmo que dizer, vai cozinhar!

Lê-se 'be cooque', que é o mesmo que dizer, vai cozinhar!

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