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My Skin Mix: há magia na cosmética moderna

My Skin Mix: há magia na cosmética moderna

Conheci a Ana num evento de empreendedorismo no qual fui oradora e gostei logo dela. As intervenções directas, as perguntas interessantes, o casaco vermelho. No final abordou-me a apresentou-me a sua marca e eu percebi que estava apaixonada. Explicou-me o conceito e fez-me apaixonar. A seguir, ouviu-me explicar o conceito a outra pessoa e convidou-me para experimentar a marca. Foi isto.

Experimentei e adorei. Porquê?

Primeiro tem tudo a ver comigo. Uma marca de cuidados para a pele que se baseia na tecnologia para definir o produto para cada cliente e cuja venda e distribuição se faz online tem o meu nome  na sua essência. 

O princípio é simples: your skin, your mix, your choice e eu gosto disso. Sem redundância, sem extras e com honestidade. Com texturas adaptadas ao nosso gosto e necessidades, sem descurar a capacidade de hidratação do creme. Com uma leveza que deixa a pele respirar enquanto a sentimos protegida. Com uma base body custard que parece veludo, à base de aveia, óleo de flor de girassol, aloe vera e manteiga de nozes que me deixou as pernas acetinadas durante todo o dia e uma base exfoliante para limpar a poluição do rosto que exfolia sem arrancar a pele, as propostas my skin mix já me conquistaram. 

Fiz uma mix com eles que fui usando ao longo dos últimos tempos e experimentei recentemente o algoritmo que me permitiu personalizar o meu creme, explorando rapidamente cerca de 4 mil combinações!!

Começamos por explicar quem somos, estilo de vida e tipo de pele para, depois, escolhermos o tipo de base que mais nos agrada e as necessidades da nossa pele. É nesta altura que o algoritmo começa a definir, concretamente, que tipo de princípio activo será melhor para nós, compreendendo as manchas, borbulhas, anti-rugas e anti-envelhecimento,  reparação e regeneração, sensibilidade e elasticidade, para referir apenas os principais. Como a maior parte das pessoas dá muita importância ao aroma do creme (quem nunca?!...) a my skin mix oferece um leque de combinações que nos transporta para o melhor de Portugal: o mar, os citrinos, a suavidade ou a leveza do chá dos Açores, por exemplo. São três passos e muitas combinações que este algoritmo vem ajudar a definir, poupando-nos às explicações por vezes redundantes e pouco elucidativas de que, muitas vezes, somos alvo.

Perguntei à Ana a razão pela qual cada creme tem apenas um princípio activo quando a generalidade dos produtos apresenta uma combinação de ataque a vários problemas em simultâneo. Entre várias ideias que ouvi, de alguém para quem a ciência não tem segredos, percebi que se focaram numa abordagem diferente, porque o algoritmo determina qual o princípio activo que melhor responde ao conjunto de problemas da pele e porque, desta forma, pode ser aplicado na sua máxima concentração para garantir o máximo efeito. .

Terminei com a pergunta-chave (na verdade são sempre duas em catadupa sem deixar o interlocutor respirar) que poderia anular tudo o que já me tinha feito gostar muito da marca: são testados em animais? E são químicos ou naturais?...

Do outro lado um sorriso, porque não são testados em animais e são 100% naturais. Falta-lhes apenas o certificado vegan porque usam cera de abelha que é considerado um produto resultante do trabalho animal e, por isso, o selo vegan não cola. Mas este creme... Colou em mim!

 

"O que eu não como"

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