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bem vindos ao urbanista, um magazine de estilo que assume opiniões sobre temas da vida urbana.

3 razões para dançar todos os dias

3 razões para dançar todos os dias

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Por vezes - muitas vezes - na verdade, na maior parte das vezes, tem de ser assim. Nunca estamos prontos até ao momento em que estamos. O momento pode sempre ser aquele ou outro mas se, não arriscarmos, não avançamos. Evoluímos. Aprendemos. Tudo começou há muitos anos quando pedi para abandonar a ginástica e fazer ballet. Lembro-me de me cansar facilmente da rigidez das posturas, de não entender a relevância de tantas repetições ou a exigência da maior parte das posições. Tinha oito anos. Quando atingi a idade que me permitia ir para a escola sozinha e, daí, para outra escola, pedi novamente para mudar. A dança jazz estava na moda e o ritmo chamava por mim. Fazia uma valente caminhada no final da aulas mas não foi isso que me fez desistir. Não me lembro como foi mas sei que acabei por integrar um grupo de dança. Nova caminhada depois da escola, ainda mais vezes por semana. Membros doridos, pés com bolhas... Poupo-vos a descrição. Quem dança sabe do que falo. Quem não dança não precisa saber, para que não se perca um certo glamour... 

Dançar é terapêutico e dançar todos os dias aumenta a nossa auto-estima, atenção e concentração. Só por isso já vale a pena!

Depois cresci e deixei de ter tempo. Na verdade queria descobrir coisas novas. Aeróbica, step... todas as novidades no fitness que foram aparecendo, para voltar à barra de chão sempre que podia só porque era ridículo voltar ao ballet. Não só não estava na moda como não havia, nessa altura, aulas adequadas à minha idade. Fiz de tudo até me cansar. Mas isso, vocês já sabem. Do boxe ao running, passando pelo surf e bodyboard... Tudo me fez, sempre, regressar onde já tinha sido feliz: a dançar. Lembro-me de aulas de Afro qualquer coisa quando estava muito grávida e de deitar a Rita, à noite, para fazer 30 quilómetros ir dançar. Se não é amor, é amar. 

Gosto da execução, do detalhe que nos obriga a repetir um movimento à exaustão. Mas nunca aprendi a ensinar os outros a dançar. Porque uma coisa é o que partilhas num workshop, uma coreografia que ajudas a construir, uma sequência que passas às tuas colegas num grupo de dança ou o apoio que dás ao professor, marcando as sequências, demonstrando para ajudar os que ainda não dominam os movimentos ou não conhecem a coreografia. Isto? Peanuts. Difícil é montar a coreografia, perceber a lógica e intenção de uma coreografia criada por outra pessoa, dominar essa coreografia e passá-la, de sorriso nos lábios e expressão sempre pronta, a um grupo de pessoas. Executar na perfeição e adiantar o próximo movimento mantendo a motivação do grupo? Isto é difícil.  Mais difícil ainda é saíres da tua zona de conforto, desse papel habitual em que danças por prazer como se mais ninguém estivesse a ver para um contexto em que todos te observam para, contigo, dançarem. 

Depois de anos de pratica decidi dar o salto, dedicar-me de corpo e alma, aprendendo o método da Mafalda (MSBStudio) acompanhada de formação específica em Pilates e, agora, num misto de rasgo e loucura, nessa novidade chamada Braza Dance Fit...

Vai #mandarbraza!

Carbonara veggie

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#cleaneating

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