workout

Poderosas

Gorda não pode isto. Gorda não pode aquilo. Gorda é gorda. Na verdade, as magras têm outras limitações. As assim-assim também. As boazonas. As de cabelo encaracolado. As de cabelo liso. As grandes. As petites. Querem mais?...

No ginásio, algumas "normal size" suam que nem porcas e não atingem metade da performance.

Se uma gorda incomoda muita gente? Não acho.

Acho mesmo que só incomodam as que se julgam as "donas do pedaço". Essas sim, incomodam. E não é pouco.

Venham as gordas todas. Simpáticas, de preferência. E sem complexos porque quando toca a praticar, estamos lá para isso, não para tirar medidas (I guess....).

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Mobiliza 1. Mobiliza 2. Mobiliza 3. Não desmobiliza

Estava a passar os olhos pelas gordas (títulos das notícias...) quando li que, na Suécia, o dia de trabalho pode passar a ter apenas seis horas. A publicação é do The Guardian e, no Facebook, começa por citar uma afirmação que mostra muito do que por aí se passa:

I used to be exhausted all the time, I would come home from work and pass out on the sofa

Parei aqui e saltei para o título e destaque da notícia. Tão simplesmente porque, não raras vezes, adormeço no sofá ao fim do dia para, depois, me arrastar até à cozinha e fazer de mãe. Já não sou eu quem lá está. É um fantasma daquilo que sou. E culpabilizo-me por isso. Mas, nessa altura, só quero dormir.

Voltei atrás e li o resto:

But now I am much more alert: I have more energy for my work, and also for family life

Não li a notícia (ainda), mas li a maior parte dos comentários. E é triste verificar que trabalhamos todos demais. Horas a mais e produtividade a menos. Não falo do tempo passado no cafezinho, com o cigarrinho, no almoço prolongado ou na conversa desperdiçada, nas mensagens que nos incluem desnecessariamente em Cc ou nas bulshit meetings que existem em todas as organizações. São horas a mais fora de casa. Não somos suficientemente pragmáticos, frontais e organizados. Nisso, os suecos dão-nos 10 a 0. Será do frio?

O que tem isto a ver com o título? Quase tudo, porque estava, à hora de almoço, numa aula de Body Toning a pensar em mil coisas, a tentar acompanhar a música e a coreografia simples do aquecimento (direita esquerda, esquerda direita, braços em cima, braços ao lado) quando comecei a perceber que não estou em forma. Ou que até estou em forma mas que tenho abusado. Exagerado no tempo perdido e no trabalho que não consigo acabar, nas teses que tenho para ler, rever e corrigir, nos artigos que escrevo, nos planos de uma lista que cresce quase diariamente como se os dias fossem sempre pequenos e inúteis. Não são. Roubo horas à cama e a factura não tardou em chegar. Pago-a cada vez que entro no MSB Studio para treinar, cada vez que me calço para ir correr ou cada vez que quero dar mais de mim e me transformo no tal fantasma que é apenas uma sombra daquilo que posso ser.

Há que trabalhar menos, dormir mais e melhor, para nos sentirmos bem. Se é possível? Nem sempre, mas podemos tentar inverter o processo. Porque a cada vez que, nos últimos dias, tentei fazer aquilo que sempre fiz, o corpo disse que não. Que talvez. Outro dia. Dores de cabeça, músculos sem fibra, tendões apertados. O segredo do exercício está no título: mobilizar; mobilizar; mobilizar e não desmobilizar. Significa que depende da frequência e da insistência para atingirmos resultados. Significa que, para alcançarmos posições que invejamos no Instagram, temos de trabalhar nesse sentido, nos limites da força e flexibilidade de cada um. Sem, contudo, nos deixarmos atropelar pelo trabalho. Porque, como diziam alguns que comentaram a publicação que motivou este artigo, não vivemos (só) para trabalhar... OU vivemos?!....


#parisfit

Afinal, há como comer e não engordar. Basta caminhar*. Paris é uma cidade para se andar a pé, para desfrutar as ruas, as quais (passeios à beira rio) ou os jardins, que são tanto ponto de passagem, como zonas de descanso e encontro entre amigos, para piqueniques, boire um verre ou deixar as crianças brincar. Os Parisienses amam a luz e não perdem uma oportunidade de se espalharem na relva, ao sol.

A relva é para usufruir, não apenas para ver, como por vezes acontece entre nós. As esplanadas, também são para aproveitar, não para terem cadeiras vazias. Estão sempre cheias de pessoas que aproveitam o sol para passar algum tempo. Porque tempo, é algo que aparentemente têm.

Sobre o #fitness desta semana, subir escadas. Subir ao primeiro piso da torre Eiffel é bom. Mas subir, a pé, ao segundo, é ainda melhor.

No primeiro piso encontramos uma área de repouso criada com madeiras recicladas. Sentar num baloiço, recostar num sofá de madeira marítima, à sombra, para recuperar. Depois, allez. Mais um piso para subir. E não custa nada. O percurso é sempre à sombra e ainda podemos fazer pequenas corridas porque a subida, pelas escadas, tem poucos turistas. Thank God!

O segundo piso é um local óptimo para pensar. Para estar. Longe do chão e a meio caminho do céu permite ver a vida de outras formas e cores. A seguir, sempre a descer em modo rápido. Training completed! Eiffel Tower, you've made my day!

* correr ajuda, fazer outro tipo de exercícios também mas, pelo menos, andar

#parisfit #toureiffelworkout #fitness

Correr cansa. Mesmo quando dizemos que não.

Gordas. Gordinhas. Pseudo magras. Falsas magras e as gordas mentais. As que têm problemas de saúde e a quem se aponta o dedo para pensar “que gorda”... Depois, há as que não encaixam em nenhuma categoria, porque são normais. Ou naturais.

Li um artigo sobre mulheres normais e fui confrontada com uma opinião que realçava a importância da mulher ser natural. Às vezes penso nisso e no esforço que muitas fazem(os) para nos mantermos naturais. O que é isso, de ser natural? O corpo muda à medida que a idade passa. O que é natural agora, vai deixar de ser dentro de uns anos. Qual o parâmetro? Para mim, o da saúde. Um corpo saudável não está envolto em gordura. Mas também não tem ossos à vista. Entretanto, conheci a Ana Paula. Percebi que a equação entre um corpo natural e um corpo rechonchudo, penalizado por problemas de saúde, não tem solução aparente. É verdade muitas acabam dominadas pelo “não tenho tempo”, “estou cansada”, “não gosto de ginásios” ou "sinto que olham para mim"...

Uma nota: não olham. Está tudo na nossa cabeça. E, se olham, nós também olhamos. So what?!

Depois, ouvimos estórias de pessoas que, realmente, têm muito pouco tempo. Ou têm problemas de saúde que implicam uma definição estratégica entre o que se pode ou não fazer. Ou que se dedicam de tal forma ao trabalho que sobra muito pouco tempo para o resto. É nessa altura que os argumentos cliché são engolidos à procura da solução para esta equação impossível.

Não acredito no impossível. Caminhar podemos (quase) todos. Dançar também. Não tonifica a zona abdominal, é um facto, mas podemos fazer essa caminhada sempre de barriga apertada. Tão encolhida que até dói. Não chega? Não. Mas ajuda. Sentar no sofá sabe tão bem, depois de um dia de trabalho. Sabe. E deitar no sofá? Ainda melhor. Deitar no sofá pode também transformar-se num momento de tonificação, se fingirmos que nos estamos a encostar às almofadas, ficando em suspensão. Custa, não é? Tonifica os malogrados abdominais. Continua a não ser suficiente. Pois. Roma e Pavia não se fizeram num dia, não é?

Eu sei que em alguns dias parece que corremos sem sair do lugar. 

Os quilos a mais não se transformam em quilos a menos. A gordura instalada parece ter-se instalado de vez. Nesses dias, corro. Corro até não poder mais. Para quem tem limitações, pois que caminhe. Até suar. E, para dias assim, música! Aqui ficam três listas para os dias em que só apetece gritar ao corpo e dizer-lhe: faz o que te digo, não faças o que eu faço!

#diet #fit #workout

só nós é que sabemos...

... E talvez a Nike também... Sim... A meio do percurso pensamos que está quase a acabar, no ginásio achamos sempre que há alguém mais em forma do que nós ou que será "aquela" a modalidade que nos vai mudar a vida... Nunca é. Também achamos que nos olham com ar ameaçador e há sempre alguém que ocupa o nosso espaço. E sim, chegar ao fim é tal e qual como nos mostram no vídeo. 
Só lhes falta acrescentar uma coisa, com uma delas a olhar para o relógio, porque também acontece:
"quando é que a aula acaba?... Estou farta..."

se...

... está sol, porque não tentar?

Có một partner tập luyện cùng như thế này cũng là một cách rất hữu ích để duy trì động lực tập đấy ;)Partner Workout....

Posted by NShape Fitness on Monday, 5 January 2015

#fitness #workout #beach

moms getting fit

Ser mãe não é sinónimo de barriga flácida, nádegas descaídas ou pernas bamboleantes. É mais difícil a manutenção da boa forma. Falta o tempo, a paciência e rebolar no sofá com eles por vezes é um exercício extenuante. Correr atrás, apanhar brinquedos e fazer a ginástica de que tanto se fala entre as nossas diferentes "vidas" não chega para o corpo se manter fit

Correr com o carrinho de bebé é uma moda que ainda não se instalou. O problema surge quando eles já não usam carrinho e não têm, ainda, pernas para nos acompanhar numa sessão de jogging. E há também uma fase em que não têm equilíbrio ou segurança suficiente para nos seguirem no trilho, de bicicleta. No entretanto, não podemos parar. Parar não é morrer, é engordar e amolecer. Não inventei nada, mas uma hora na praia, correndo e brincando, seguida de um conjunto de exercícios localizados pode fazer mais por nós do que imaginamos. 

Depois do aquecimento (jogar à apanhada durante 25 minutos), podemos passar aos exercícios de braços, pernas e abdominais. Garanto que eles gostam...

Várias séries de levantamentos de 20 quilos, para os peitorais, e outras tantas para os triceps. Ou seja, usar a criança como uma barra de peso e fazer levantamentos com os braços abertos, para trabalhar peito e biceps, seguidos de outros com os braços num ângulo de 90 graus e os cotovelos encostados ao tronco para trabalhar triceps. Repetir as séries com as pernas bem esticadas, num ângulo de 90 graus, glúteos junto à areia para trabalhar tudo e os abdominais.

Para pernas, glúteos e costas, usar os mesmos 20 quilos sobre as costas e aviar uns quantos agachamentos. Sempre com os abdominais contraídos, para ajudar ao esforço, treinar a barriguinha flácida e evitar lesões. Depois? Alongamos. Mas isso, fica para outro dia de sol. 

#kids #motherhood #fit

to vegan or not to be

Não sou vegetariana. Já fui. Ou quase. O problema não é evitar a carne, porque lhe escapo com relativa facilidade. O problema é suprimir o peixe. Por isso, prefiro pensar num regime alimentar mais saudável, com menos carne (ou quase sem carne) e deixar rótulos para quem deles precisa.

O mais difícil, no processo, não é deixar de comer carne. Essa é a parte mais fácil. O pior é encontrar alternativas e aprender a cozinhar essas variantes. Comi muitas refeições más até encontrar as fórmulas para cozinhar de forma equilibrada e saborosa. Esse é o desafio.

Quando se pratica desporto ainda é mais complexo, pois há que escolher alimentos para o pré e pós actividade física: a primeira, à base de hidratos complexos para darem energia, a segunda, para repor os níveis.

Gosto particularmente desta combinação de banana e leite de arroz com sementes a decorar (hemp e chia): a banana oferece-me o potássio e magnésio que ajudam à função muscular. O leite fornece a proteína e carboidratos. Resulta melhor de manhã, mas também pode ser usado ao fim do dia, no regresso do ginásio. 

#vegan #diet #fit

melt it

Workout? Prioridade. Faz bem a tudo e permite-me… comer o que não devo mas que sabe tão bem…

Fazer exercício tem de se transformar num hábito e fazer parte da nossa rotina para resultar. Nada de desculpas ou de sobrepor a agenda ao exercício. É uma questão de prioridade. Com persistência, conseguimos que a agenda se adapte ao exercício. Porque, simplesmente, é um momento do dia que tem de fazer parte da agenda. E, assim, como não fugimos a uma reunião, provavelmente também não escapamos ao exercício. Se o incluirmos diariamente, mesmo que um dia tenhamos (mesmo) de faltar, é menos prejudicial do que fazer exercício duas ou três vezes por semana e faltar uma dessas vezes. Além disso, caminhar também conta. Subir as escadas também. Todos os elementos contam para o resultado final!

#jogging #motivation #workout