fitandhealthy

Dream it, wish it, DO IT!

Este é um daqueles casos em que, se me dissessem que seria assim, ficaria na dúvida. Sou de gargalhada fácil e sorriso difícil. Por nada em especial. Simplesmente é assim. Quando conheci a Mafalda, notei que também não era pessoa de muitos sorrisos. Depois percebi que temos mais em comum do que imaginei. A gargalhada solta, apenas para alguns. A resiliência, perfeccionismo e inquietude. A aparente extroversão que esconde uma imensa timidez. Aquela vontade de chegar sempre mais longe. A Mafalda, para além de oferecer aulas tecnicamente irrepreensíveis, com uma estrutura dinâmica, capazes de deitar ao chão quem acha que está na sua melhor forma, tem uma capacidade única para conhecer e interpretar cada aluna. Não precisamos de falar porque o corpo diz tudo por nós e, melhor do que ninguém, a Mafalda fala essa língua. Sabe reconhecer a vontade de cada uma, a capacidade de cada corpo e as resistências que cada uma também encontra para não deixar o corpo expressar-se, ou esconder a sua vontade. Se deixarmos, o método da Mafalda faz-nos aprender cada movimento e decorar cada sequência sem qualquer esforço ou impaciência. Se deixarmos o corpo fluir, numa lógica de entrega, é ele que nos irá conduzir os movimentos, ganhando amplitude, resistência, tonificação.

Não gosto de admitir mas, a Mafalda, através do seu método, consegue controlar-me apenas com o olhar, sabendo reconhecer, também no meu, aqueles dias ou momentos em que por mais que queiramos, o corpo não responde. Stress ou cansaço determinam grandemente a nossa capacidade física. E mesmo que este método - o método, portanto - seja altamente libertador pelos níveis de concentração que exige, há momentos em que não estamos lá. São esses os dias ou momentos que precisamos evitar. Não adianta malhar em ferro frio, sempre ouvi dizer e sei, por experiência própria, que consigo fazer deste ferro aquilo que quero e que o método me ensinou. E não foi pouco...

Foram dois anos de experiência, insistência e aprendizagem que agora continua, de forma consolidada e melhorada, num novo espaço. Mudança que muito me agrada porque junta a Mafalda a dois amigos com um amor à dança que consegue superar o meu. E, por isso, criaram a Jazzy, uma escola de dança com um propósito único e que agora passa a contar com o Método da Mafalda para ampliar e enriquecer a sua oferta. A partir de Setembro as aulas vão ser de frente para o rio com a luz a entrar para nos inspirar. Melhor? Não há.

Transverso o quê? Ignite your transverse...what?

São poucas as que o conhecem mas, quando isso acontece, nunca mais o largam. O transverso é aquele músculo muitas vezes ignorado, e outras tantas menosprezado, que aprendi a usar quando me dediquei ao Pilates. Depois, esqueci-me dele até a Mafalda, numa aula, ter chamado à atenção para esse músculo invisível que suporta a zona abdominal. O que é o mesmo que dizer que é o responsável por boa parte das "barriguinhas" que por aí andam.

Há muitos anos a mãe contou-me algo sobre a sua mãe que me ficou para sempre. Apesar da sua doença, a minha avó jamais se apresentaria desleixada e nunca deixou de andar com a barriga apertada. Por isso, manteve a elegância até ao fim. Herdei muito das minhas avós. A altivez de um lado e o aprumo do outro. Talvez por isso, mesmo quando me esqueço do transverso, não esqueço. Mesmo quando o quero ignorar porque simplesmente não me apetece o esforço, um olhar da Mafalda, numa qualquer aula faz-me perceber que é apenas isso que falta para lá chegar. Onde quer que seja. Normalmente, chegar e tocar o limite.

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Para usar o transverso não chega encolher a barriga. O transverso é um músculo profundo que, pare ser trabalhado - ou encolhido, se preferirem - obriga a recolher o ventre e apertar o períneo. Basicamente, lembrarmo-nos sempre daqueles instantes entre o estou aflita, não aguento mais e o outro, em que nos libertamos. Sabem do que estou a falar, não sabem?...

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Contrair o transverso tem vantagens para além da estética, porque a sua contracção mantém os órgãos arrumados e garante uma boa postura, obrigando a manter a coluna direita. O que significa que ganhamos verticalidade, traduzida naqueles milímetros que fazem a diferença entre parecemos aquilo que (não) somos ou termos um aspecto mais elegante. Descobri entretanto uma outra vantagem associada a este trabalho com o transverso, porque da sua contracção resulta uma melhoria do nosso humor. Ao estarmos conscientes do transverso estamos a agir sobre o centro de energia que se situa na zona do umbigo que produz serotonina. E a serotonina é o neurotransmissor que regula o nosso humor...

Não é à toa que, depois das aulas em que a Mafalda aplica o seu método e nos faz crescer aqueles milímetros a mais, saímos mais felizes. A responsabilidade, afinal, é do transverso!

Most of us don't think about it regularly and even among those aiming for the popular six-pack, the transverse abdominal muscle is often unconsidered. We know that our abdominal muscles allows us to perform many of our everyday tasks but how many of us take that in consideration while working for the desired beach-body?

The transverse is the basics. The fundamentals of every exercise and the one that hurt when we cough. Now you remember it, right?

I got introduced to transverse through Pilates and, again, I forgot about it until I reconnected through Mafalda's method, that makes us use it even if we never did. Or even if we don't care about it.

The transverse is more important than we think because when in contraction, it supports your internal organs, enhances muscular definition in our abs and prevents back pain while keeping an upright posture. Then, more elegant. Awesome, isn't it?

 The transverse acts as a muscular girdle around our waistline therefore, when contracted and exercised, makes us look thinner. Many times while exercising we are told to pay attention to our abs to protect our back. It´s true and the transverse has an important role in this. Along with all other core abs, it improves core strength and stability allowing us to really have a flat stomach. Guys included!

 

 

 

O método da Mafalda

Workshop MSB (foto  Maria Emauz )

Workshop MSB (foto Maria Emauz)

Não há outra forma de o dizer ou elogiar. Este método é único e é dela: da Mafalda.

Existe há mais tempo do que pensamos mas foi muito por nossa causa - sim nós, que praticamos diariamente - que se consolidou. Indecifrável ao olhar comum, muitas vezes apenas a Mafalda percebe que uma aluna precisa de se concentrar e a outra de tonificar, que aquela aluna deveria aprender a respirar e, a que está ao lado, trabalhar mais a força...

Um dia haveria de acontecer. Por isso, o workshop pensado para celebrar o Dia Mundial da Dança foi mais uma celebração do método da Mafalda, da sua singuralidade e capacidade em pegar num saco de batatas para o transformar num corpo com uma postura e formas definidas. Foi maravilhoso. Sistematizado depois de muitos anos de treino e interacção com muitas mulheres, a Mafalda Sá da Bandeira finalmente decidiu dar nomes às coisas e reconheceu que, de facto, tem uma forma única de trabalhar o corpo que a diferencia da generalidade da prática de fitness. Visto de fora até pode parecer fitness, mas não é. Para quem espreita pela janela até pode pensar que é ballet para adultos. Também não é. Quem está no estúdio, sabe o que é, mesmo que não o saiba definir. Diz a Mafalda que eu sei transformar o seu trabalho em palavras. Talvez saiba. Talvez tenha essa capacidade de traduzir por palavras os gestos e os movimentos que, dia após dia, vamos praticando, melhorando, insistindo, interiorizando. O método da Mafalda.

Sempre disse que o que mais detestava nas aulas BTS era o facto de se basearem numa sequência de exercícios repetidos durante cerca de 3 meses. Não posso dizer que no trabalho da Mafalda não há duas aulas iguais. Porque há. A grande diferença é que se repetem, não pela insistência em si, mas pela coerência. Porque mudamos o movimento e o tipo de exercício quando este se esgota. E só quando, de facto, percebemos a posição, postura e objectivo do mesmo, estamos preparadas para avançar. E o caminho é sempre a subir, escalando a dificuldade dos exercícios. Por isso é tão bom treinar com a Mafalda. Acima de tudo, ninguém invade o estúdio em Maio, como acontece na maior parte dos ginásios. Há, aliás, uma péssima assiduidade com a chegada do bom tempo. O trabalho duro, mas bom, ao longo do ano, permite que muitas se escapem para a praia assim que o sol aparece, sem problemas em mostrar o corpo. Ao longo dos meses e sempre a partir de Setembro, são atacados os pontos fundamentais na maior parte das mulheres, onde acumulamos mais, onde precisamos de tonificar e adelgaçar. E resulta. Não esperem milagres porque tudo depende também de nós, do nosso empenho e do que fazemos (ou não) fora do estúdio. Não esquecendo o que (e como) comemos...

Eu noto a diferença. Não tenho dúvidas. Maior elasticidade e flexibilidade, melhor postura, mais força, tonificação nos pontos cruciais e uns gémeos de fazer inveja a muitos atletas. Se comesse (ainda) melhor, e não passasse tantas horas sentada, estaria ainda mais satisfeita. Baseado em sete princípios fundamentais (concentração, respiração, consciência, força, postura, flexibilidade, energia), não tenho dúvidas de que este não é um método para emagrecer. É um método para sermos felizes.

Workshop MSB (foto  Maria Emauz )

Workshop MSB (foto Maria Emauz)

I don’t know what you think about it but I confess: I need to exercise to keep up with my over-scheduled routine, stay sharp and focused, to feel energetic.

Now,  a few years after my PhD, I know that it was the exercise that kept me going with good mood, motivated and able to work endless hours on my laptop.

I’ve tried almost all types of exercise, but it’s in between the ballet and the dance determination, but also the fitness diversity that I feel complete. It took me years to find it. In the case, to find her. I know many teachers, personal trainers, dancers and even fitness gurus, some of whom I respect and love but Mafalda’s method seems to be designed for me. I just miss the extra motivation of some very demanding dance moves. Besides that, it’s perfect. I feel energised, motivated, ultra-flexible. I’m as toned as possible, considering that I’m not spending my days at the studio… I am very sorry for those reading this post in English who might be very far away from Lisbon where Mafalda runs the MSBStudio, otherwise I would say: join us, you won’t regret!

Pessoas normais.... Normal people...

... não fazem dieta. Comem e arrependem-se. Não pensam nisso esperando que os erros alimentares também não pensem neles. Aprendem a comer e arrependem-se menos vezes. O que fazer para comer bem? Comer bem dá trabalho. Implica pesquisas. Escolhas. Perserverança para dizer aos que nos rodeiam que decidimos fazer outras escolhas. Paciência para lhes explicar que somos o que comemos. Que nos impingiram ideias fáceis, para refeições ainda mais simples, que nos complicam o sistema, que o nosso organismo não está preparado para receber químicos e alternativas ao que é natural mas que, simultaneamente não entramos numa espiral paleo. Estamos, simplesmente, mais conscientes do que devemos comer. Não estamos em dieta mas o açúcar adicionado não nos faz falta. E que o sal deve mesmo ser q.b., sabendo que o baste fica muito distante daquilo que sempre pensamos que bastaria. Não nos tornamos vegetarianos mas precisamos muito dos vegetais para uma alimentação equilibrada, da mesma forma que a carne vermelha serve mais para entupir do que para alimentar. Por incrível que pareça à maioria, um bife de vaca do tamanho da palma da nossa mão, basta-nos uma vez por mês. Exacto. Uma vez. 

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Normal people don't diet. Normal people eat (a lot) and regret (also a lot). Normal people don't think about eating, hoping that every food mistake won't find them. Others learn to eat and regret fewer times. It's a worldwide trend with raw, organic, veggie and seeds getting popular. It's hard work but it is important to learn what do to, how to embrace a healthy lifestyle with healthy choices and healthy food.

Healthy food usually means research. Comparisons. Choices. Tenacity to explain the world that we made a commitment for life. Patience to explain to them that we are what we eat and our food choices have real consequences. Capacity to educate them against the easiness that we were told for decades with supposed to be quick and easy meals, which make our digestions a mess, clog our bodies and fill us with chemicals and artificial flavors. No need for paleo spiral but definitely we need to become conscious of what we are eating. We're not on a diet but too much sugar is not necessary. Salt? Always less than expected being the expected very far from what we are used to. We are not vegans but we sure need vegetables for a balanced diet. Red meat? Of course, once monthly palm-sized. For real.

 

 

 

bonitinha

Não é bonitinha não?...

Ah... cara, é pena, não vai dar.

Ser mulher não é fácil. Por nós e pelos outros. Ser mulher e bonita, por vezes atrapalha. Mas ser mulher e não ser bonitinha, também. Então, que raio, em que ficamos?

Gosto da Silvana, surfa pr'a cara... e faz pela vida. Não se encosta, não se deixa esmagar e vai à luta. Adoro surf e, como em outras áreas, desportos e indústrias, o aspecto físico ajuda muito. Mas há surfistas, homens, que nem bonitinhos são. E têm patrocínios. Afinal, estamos a patrocinar um atleta pelo seu desempenho ou porque representa um estilo de vida que faz inveja a muitos potenciais consumidores que não sabem, sequer, como segurar a prancha?

Parece-me bem que estamos no contexto da segunda, quando a melhor surfista brasileira não consegue patrocínio para entrar no circuito mundial. Só me apetece dizer, bem alto e com sotaque brasileiro: 'tá falando sério, cara?!

just dance

Há dois filmes que me marcaram. Ou dois filmes de que gosto muito. Ou dois filmes de que me lembro imediatamente, sempre que me perguntam: "filmes preferidos?". Nenhum é o que queremos responder porque não são obras primas do cinema - um até terá sido, à época -, porque não são intelectualmente relevantes, porque há outros realizadores mais importantes. Porque... Porque respondemos raramente com a verdade e antes com o que os outros querem ouvir, ou com o que esperam de nós. 

Um ficará em segredo. O outro é Flashdance, esse momento inspirador para todas as meninas que sonharam, algum dia, em ser bailarinas. Eu tinha oito anos e, ainda hoje, gosto de o rever. Neste momento, a banda sonora toca e eu danço. Canto, de cor, as letras das músicas e abano os pés. Não poderá ser um artigo normal. Não é. É escrito a dançar, com o coração na ponta dos dedos, à espera do impossível.

No filme, o impossível acontece e, fora do tempo, da idade ou do método, ela consegue. Também eu poderia conseguir, pensaram muitas de nós, em surdina, no cinema. Outras choraram. Não sendo uma obra prima, é dos filmes mais populares da década de 1980, com uma crítica difícil de catalogar. À distância, o dinamismo das coreografias é algo exagerado, o guarda-roupa duvidoso, a narrativa pobre e a relação com a realidade pouco real. Mas que interessa isso quando o que queremos é sonhar? E dançar.

Defendo que dançar faz bem a tudo. Podem dançar altos e baixos, gordos e magros, porque a dança depende do corpo para se revelar, mas nasce cá dentro. Ou temos, ou não temos. Ela tinha.

Começo (quase) sempre a semana a dançar e termino da mesma forma. O que gasto em energia converte-se num outro tipo de energia para começar a semana, ou alienar todas coisas más que se vão acumulando ao longo dos dias de trabalho. Dancem. Vão ver que nada voltará a ser igual. Não sabem? Ela também não sabia. E conseguiu. Porque tinha aquilo.

Podemos aprender. Mas nunca é a mesma coisa. Podemos forçar e ser tecnicamente perfeitos. Mas, depois, falta a emoção. Aquilo.

A dança resulta de uma conjugação de factores e elementos: técnica; ritmo; emoção. O que significa que, para dançar, convém saber como executar os passos e movimentos os quais, em sequência, constituem um conjunto de elementos que criam uma coreografia. Para além da sua execução, há que saber colocá-los em sintonia com a música, que fornece a banda sonora e o ritmo para dançar.

O resto? O resto depende de cada um de nós e da forma como interpretamos o que tudo aquilo quer dizer. Porque a mesma coreografia, dançada por duas pessoas diferentes, jamais será igual. A mesma música pode ser interpretada de forma mais delicada ou agressiva, mais feminina ou masculina. Também pode ser nada mais do que um conjunto de passos de dança executados ao som de uma música. O que equivale a nada. Ou quase nada.

Dançar é trazer para o exterior muito do que somos, ou projectar uma personagem que nos pedem para criar. Dependendo da música, podemos ser sexy ou naive, dominadas ou dominadoras. Depende da interpretação. Mesmo quando aparentemente nada há a interpretar, há. A música conta uma estória que vamos representar através da dança. Tudo o resto são aproximações ao conceito. Dançar é isto. É o ritmo frenético que a Alexandra colocava nas pernas para treinar os músculos ao som de Maniac ou quando Laura Brannigan lhe cantava Imagination para dançar, à noite, no bar.

9 meses. E tudo muda.

Normalmente nasce um bebé. Não será o caso. Em nove meses o meu corpo mudou. Não engravidei, engordei ou emagreci, mas o meu corpo está diferente.

Sinto-me melhor. Mais forte e, simultaneamente, mais flexível. A combinação dança + alongamentos e tonificação + pilates + barra de chão e bar method + running é perfeita.

Eu sei que alguns estão cansados só de ler. Mas eu não faço tudo no mesmo dia. Embora às vezes me apeteça. Um dia para cada modalidade, com o running como a cereja no topo do bolo, opção quando estou fora, em trabalho, ou quando simplesmente me apetece correr.

Sempre pratiquei exercício. Um dia, do nada, senti-me claustrofóbica num ginásio. Era uma daquelas salas enormes, porta aberta, janelas escancaradas para o Tejo. E, mesmo assim, quase me faltava o ar. Decidi sair. Estava farta. Das aulas, dos professores, do ritmo. Tudo igual, em todos os ginásios. Passei um ano a correr, a treinar sozinha, ao ar livre. Uma vez por semana, dançava. Kuduro na Jazzy. Fui feliz.

Ao fim de vários meses, senti que me faltava algo. Re-encontrei a Mafalda Sá da Bandeira, com um projecto em nome próprio. Inscrevi-me no mesmo dia e comecei de imediato. Primeiro a frustração. Tinha perdido muito do que havia conquistado ao longo dos anos e a corrida, ainda que faça bem a tudo, também cria o músculo-batata: forte e definido, mas não alongado. Pouco alongava. Não tinha abdominais. Ou tinha, mas não tinham a força de outrora. Simultaneamente, o drama. O horror. Não sabia uma única coreografia nas aulas de dança. Apanhei bonés durante semanas. É nesta altura que a maior parte das pessoas encontra razões para desistir. Para sair. Para não ir. Não me dei por vencida e insisti.

Os resultados, dei por eles há dias. Cheia de calor, optei por um look mais despido. Durante exercícios de tonificação percebi que a barriga estava definida, que os braços e ombros seguravam sem esforço os pesos e que, muito provavelmente, as costas também estarão equivalentes. As pernas, estão musculadas. Tenho mais força e flexibilidade. Mexo-me melhor. Aguento os exercícios todos até à última repetição e, mesmo com (muito) esforço, consigo acabar cada aula sem cair para o lado.

Se isto não é mudança, não sei o que será...