brunch

a malta gosta é..

... de comer.

Disso não tenhamos dúvidas. Comer e conversar, está no começar. E sim, tudo o que aqui aparece, comi. Ou provei. Não publico nada que não saiba o que é, que não possa descrever, que não conheça o paladar. Deveria engordar? E engordo. Mas, depois, voltamos ao início: à Lei das Compensações. "Mas isso é porque não tens tendência para engordar". Seja. Se vos faz sentir melhor, com inveja ou qualquer outro sentimento, pois que seja. Este artigo é sobre comida. Não sobre como a enganar para não nos engordar.

Nos Estados Unidos comi muito, com muita variedade, embora Itália tenha dominado as opções.

Por isso, os detalhes actualizados desse artigo, para ler aqui.

Hoje, a versão belga dos acontecimentos que nos juntam à mesa. As frites estão em quase todos os pratos e as waffles em cada esquina. A cozinha resulta de um fluxo de influências, dominado pela cozinha francesa. Será que hoje podemos verdadeiramente falar em gastronomias locais? Não estaremos todos demasiado ligados para garantir a uniformidade de um determinado tipo de cozinha? Há, efectivamente, locais que preservam a gastronomia de acordo com as suas origens. Alguns em Lisboa. Mas prefiro os fluxos e fusões que me trazem à mesa uma mistura por vezes difícil de decifrar, como este brunch, num restaurante japonês que decidiu experimentar abrir ao Domingo para servir uma refeição que tem tudo de original. Como qualquer brunch, mistura o pequeno-almoço com o almoço, numa abordagem oriental, com saladas baseadas na gastronomia japonesa, couscous que lembram o mediterrâneo, tsukimi soba, ramen de galinha ou arroz com legumes e frango, acompanhados de um pão de mirtilos ou, simplesmente, ovo mexido. Para além das waffles, este brunch...

Brunch

O brunch é tudo e nada, simultaneamente. Hidratos a mais, proteína a menos. Verdes escassos, açúcar a derreter. Sabe bem. Fica ali entre uma coisa e outra, nos dias em que se pode estar assim, no limbo das horas. E estar assim, com tempo e vagar acontece tão poucas vezes que sabe melhor do que um brunch. Qualquer um. Mas este é dos bons. Dos melhores. Porque mesmo sem oferecer uma grande variedade de quentes é suficientemente rico para ser equilibrado. Bem preparado. Saboroso. Apetitoso. Um regalo para a vista.

Apresenta-se como um brunch com uma grande variedade de pães biológicos. Absolutamente verdade. Absolutamente maravilhosos, num buffet que nos permite decidir o que, e como comer, sem pressões. Os empregado pairam sem pousar, mantendo tudo a funcionar de forma muito discreta, num espaço que tem tanto de histórico como de original, em pleno Chiado.