beach

Late night post

It's Dade, dude!

A Europa é muito diferente dos Estados Unidos. Em todos os sentidos. Mesmo que boa parte dosestados tenham sido povoados por europeus, é tudo diferente. Começa por ser maior. Em todos os sentidos. Estradas amplas, com tantas faixas para cada um dos sentidos, vias de saída e entrada, que cada uma parecem duas. Ou três. São rectas. Longas. Intermináveis. Ligam cidades mas também ligam mundos diferentes. Na Flórida, o ritmo é diferente. A luz solar tem impacto na nossa (boa) disposição e tudo parece melhor de frente para um mar muito verde com aquela temperatura que, não sendo quente, convida a mergulhar. Como se costuma dizer "está boa, não custa a entrar". Não custa mesmo.  Os mergulhos sucedem-se a qualquer hora do dia enquanto o vento leste mantém a temperatura amena. Quando aquece, o sol escalda.

Em Miami Beach tudo é pensado em função do mar e da praia, com uma Ocean Drive que coordena parte das actividades, um Boardwalk à americana, com gente a caminhar, correr ou a puxar pelos bíceps. Há outros em patins. Em linha e dos outros. E turistas. Tantos. De todas as nacionalidades. Muitos selfie sticks. Muitos sorrisos.

Fui recebida em espanhol e respondi em inglês. Miami ainda é parte dos E.U.A. embora pareça ter sido anexado por falantes da língua espanhola, provenientes das mais variadas origens. Já há brasileiros e, como em qualquer outro local nos Estados Unidos, há emigrantes provenientes de todos os lugares do mundo. Mas, latinos, dominam. O que dá a Miami uma característica especial, de ser a América, sem verdadeiramente o ser. E o que se pode dizer daquilo que é, mas não é? Pouco. Se gostei? Naturalmente que sim. Um sol fantástico, um mar sem fim no qual só apetecia mergulhar e nadar, uma localização em frente à praia para sair já de fato de banho, enrolada na toalha, correr no paredão ao fim do dia, uma tribo local muito eclética. Tempo livre para estar, sem me preocupar? Restaurantes que contrariam o fast food e revelam misturas interessantes entre a cultura e a comida? Uma inacabável vontade de sentar-me a ver quem passa, com uma diversidade intensamente diversa e divertida? Lojas com promoções às quais podemos chamar promoções, e marcas que não encontramos na Europa? Ou que encontramos mas que têm preços consideravelmente mais baixos do outro lado do Oceano? Obviamente que gostei. Não vi museus, espectáculos ou galerias de arte. Porque o corpo às vezes pede apenas mar e sol. Mas cruzei-me com a art dèco que em Miami Beach está em todo o lado. Sol, mar e compras? Miami.

Treino funcional. Que funciona.

No que ao desporto diz respeito, não sou esquisita. Faço tudo, experimento tudo. Faltam-me as artes marciais para as quais, confesso, nunca senti curiosidade. De resto, tenho as minhas preferências, mas também sou apologista de que é preciso é por o corpo a mexer. De quando em vez, uma grande (e boa) surpresa acontece. Foi o caso. 

O evento apareceu-me através do Facebook há algum tempo. Comecei por ignorar. Depois, olhei duas vezes. Carreguei para ver a página do evento, seguida de outro clique para perceber quem organizava. Vi as fotografias. Daí a inscrever-me foi um passo. Primeira tentativa falhada. Segundo tentativa igualmente falhada, finalmente, à terceira lá fui. Fui para descobrir que estou assim mais ou menos em forma porque, quando muda o ritmo, a rotina  ou o tipo de movimentos, há todo um processo de adaptação que é preciso fazer. Mais o sol. E a areia. Treinar na areia é simplesmente espectacular. Mas isso não foi o melhor. Foi quase o melhor, porque para tirar a areia colada ao corpo, de tanto suor, só mesmo um mergulho no fim do treino. Por momentos, pensamos que estamos no Rio de Janeiro. O que é sempre bom, mesmo que estejamos na praia de Carcavelos. Mas o melhor, confesso, é o espírito de camaradagem que se cria instantaneamente no grupo. 

Comecei por pensar que era a única que ia pela primeira vez e que, como habitualmente acontece, ia ficar fora dos grupinhos, das conversas e das private jokes de quem treina há mais tempo. Mas não. Não sei se é a areia, o esforço, o facto de ser um treino em circuito (implicando a criação de pequenos grupos dentro do grupo) ou se são eles (os treinadores) que nos fazem sentir assim. Parte daquilo. E aquilo é óptimo, brutal, espectacular, maravilhoso - escolham a vossa opção preferida - porque o treino da FHITUNIT é isso tudo. 

Fui em modo "reportagem" mas apenas duas pessoas disso tinham conhecimento, pelo que posso assegurar que não me deram tratamento especial (para o bem e... para o mal), o acompanhamento dos treinadores é atencioso, divertido, muito cuidadoso. É, especialmente, motivante. Acham sempre que é pouco, que podemos fazer mais. E podemos. Mesmo quando achamos que não. Eles estão lá para isso, para apoiar, corrigir. Para nos dizerem, com todas as letras, que estamos a fazer RONHA. Porque a ronha, aqui, não é possível. Na verdade até é, mas só um bocadinho, quando estamos a cair para o lado e o cronómetro indica que temos de mudar para outra estação do circuito!!

#comeareia #noexcuses #nãomaisronha

Esta semana há mais, caso queiram...

se...

... está sol, porque não tentar?

Có một partner tập luyện cùng như thế này cũng là một cách rất hữu ích để duy trì động lực tập đấy ;)Partner Workout....

Posted by NShape Fitness on Monday, 5 January 2015

#fitness #workout #beach

moms getting fit

Ser mãe não é sinónimo de barriga flácida, nádegas descaídas ou pernas bamboleantes. É mais difícil a manutenção da boa forma. Falta o tempo, a paciência e rebolar no sofá com eles por vezes é um exercício extenuante. Correr atrás, apanhar brinquedos e fazer a ginástica de que tanto se fala entre as nossas diferentes "vidas" não chega para o corpo se manter fit

Correr com o carrinho de bebé é uma moda que ainda não se instalou. O problema surge quando eles já não usam carrinho e não têm, ainda, pernas para nos acompanhar numa sessão de jogging. E há também uma fase em que não têm equilíbrio ou segurança suficiente para nos seguirem no trilho, de bicicleta. No entretanto, não podemos parar. Parar não é morrer, é engordar e amolecer. Não inventei nada, mas uma hora na praia, correndo e brincando, seguida de um conjunto de exercícios localizados pode fazer mais por nós do que imaginamos. 

Depois do aquecimento (jogar à apanhada durante 25 minutos), podemos passar aos exercícios de braços, pernas e abdominais. Garanto que eles gostam...

Várias séries de levantamentos de 20 quilos, para os peitorais, e outras tantas para os triceps. Ou seja, usar a criança como uma barra de peso e fazer levantamentos com os braços abertos, para trabalhar peito e biceps, seguidos de outros com os braços num ângulo de 90 graus e os cotovelos encostados ao tronco para trabalhar triceps. Repetir as séries com as pernas bem esticadas, num ângulo de 90 graus, glúteos junto à areia para trabalhar tudo e os abdominais.

Para pernas, glúteos e costas, usar os mesmos 20 quilos sobre as costas e aviar uns quantos agachamentos. Sempre com os abdominais contraídos, para ajudar ao esforço, treinar a barriguinha flácida e evitar lesões. Depois? Alongamos. Mas isso, fica para outro dia de sol. 

#kids #motherhood #fit