Cleaneating

2 segredos para não contar calorias. How to make calorias don't count?

Simples:

1. Não saber quantas calorias tem aquele alimento - a ignorância é uma benção...

2. Não contar (ponto)...

Só resulta se estivermos mesmo empenhados em não querer saber. Porque se nos interessa aquilo que comemos, mesmo que as calorias não sejam relevantes, calorias em excesso significam, na maior parte das vezes, sal, gordura e açúcar a mais. Outras tantas, ainda se juntam conservantes e aditivos à equação, que passa a ser terrível do ponto de vista da qualidade do que comemos, independentemente da quantidade.

No entanto, se não transformarmos os "dias de festa" na regra dos nossos dias, podemos ter aqueles momentos em que apetece abusar. Hoje é esse dia: as calorias não contam e a dieta, aquela das restrições, criada para emagrecer, fica no papel...

Logo agora que tomei decisões drásticas em relação à alimentação... Um dia não são dias, não é o que dizemos sempre?...

#diainternacionalsemdieta

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Seriously?... 

Now that I was super committed to a low fat, no sugar, clean diet, calories don't count?! Is this me against the world? Is it?!

#caloriesdontcount #internationalnodietday 

Pessoas normais.... Normal people...

... não fazem dieta. Comem e arrependem-se. Não pensam nisso esperando que os erros alimentares também não pensem neles. Aprendem a comer e arrependem-se menos vezes. O que fazer para comer bem? Comer bem dá trabalho. Implica pesquisas. Escolhas. Perserverança para dizer aos que nos rodeiam que decidimos fazer outras escolhas. Paciência para lhes explicar que somos o que comemos. Que nos impingiram ideias fáceis, para refeições ainda mais simples, que nos complicam o sistema, que o nosso organismo não está preparado para receber químicos e alternativas ao que é natural mas que, simultaneamente não entramos numa espiral paleo. Estamos, simplesmente, mais conscientes do que devemos comer. Não estamos em dieta mas o açúcar adicionado não nos faz falta. E que o sal deve mesmo ser q.b., sabendo que o baste fica muito distante daquilo que sempre pensamos que bastaria. Não nos tornamos vegetarianos mas precisamos muito dos vegetais para uma alimentação equilibrada, da mesma forma que a carne vermelha serve mais para entupir do que para alimentar. Por incrível que pareça à maioria, um bife de vaca do tamanho da palma da nossa mão, basta-nos uma vez por mês. Exacto. Uma vez. 

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Normal people don't diet. Normal people eat (a lot) and regret (also a lot). Normal people don't think about eating, hoping that every food mistake won't find them. Others learn to eat and regret fewer times. It's a worldwide trend with raw, organic, veggie and seeds getting popular. It's hard work but it is important to learn what do to, how to embrace a healthy lifestyle with healthy choices and healthy food.

Healthy food usually means research. Comparisons. Choices. Tenacity to explain the world that we made a commitment for life. Patience to explain to them that we are what we eat and our food choices have real consequences. Capacity to educate them against the easiness that we were told for decades with supposed to be quick and easy meals, which make our digestions a mess, clog our bodies and fill us with chemicals and artificial flavors. No need for paleo spiral but definitely we need to become conscious of what we are eating. We're not on a diet but too much sugar is not necessary. Salt? Always less than expected being the expected very far from what we are used to. We are not vegans but we sure need vegetables for a balanced diet. Red meat? Of course, once monthly palm-sized. For real.

 

 

 

Dietas? Façam-nas vocês.

Sai com uma missão: encontrar inspiração para novas receitas, reinventar pratos e formas de cozinhar alimentos. Depois de várias semanas num registo entre o gourmet e o alarve, as consequências são visíveis e sentem-se a cada vez que coloco um pé no Studio... Quando entro já sei que estou cansada e quando acabo, venho de rastos. O ritmo é o mesmo, eu é que estou enfartada em hidratos e açúcares. Not good. Prejudicam muito o rendimento. E não consigo voltar ao registo do equilíbrio com proteína e vegetais em predomínio e hidratos compostos para acompanhar porque... Não. 

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Entrei numa livraria porque sim. Não procurava nada disto mas quem resiste a um livro de dietas com pão de hambúrguer na capa? Será, no mínimo, divertido, pensei...

Diz a autora, com razão, que as dietas não são divertidas. Está provado que uma dieta demasiado restritiva tem resultados a curto prazo e consequências no médio prazo, além do indesejável efeito iô-iô. 

Afirma que ninguém quer passar o resto da vida só a comer alface. Eu sei que não quero. Mas preciso de inovar a minha cozinha que oscila entre o muito saudável e intragável e o muito apetitoso mas impossível de comer todos os dias. Quero coisas apetitosas, fáceis de preparar e apelativas todos os dias. Contrato o Jamie Oliver!?

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A ideia de petiscar substituindo o almoço não me parece coerente porque me arrisco a um ataque de fome ao fim da tarde para enfardar aqueles hidratos que, mal entram, transformam-se em açúcar, mas que sabem mesmo bem. Não sei. Fiquei com dúvidas...

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Do outro lado da bancada, a Ella, que tem uma doença que a obrigou a reinventar a sua alimentação, é uma inspiração. Não sei quanto tempo passa na cozinha e já tinha lido a sua história e algumas das suas receitas numa revista. O livro é lindo. Mas isso não significa que me convença a cozinhar. As receitas parecem saborosas. E tempo para isto?

O tempo é o que fazemos dele, pensei. Folheei o livro e, na ânsia de encontrar o que procurava tirei fotografias tremidas mas voltei inspirada. perdi uns minutos na sua conta do Instagram e vou fazer experiências. Dietas?! Façam-nas vocês. Eu quero é comer bem, sentir-me melhor e estar saudável.

Life without sugar. Yes, we can!

O relógio estava quase a bater na meia noite. Deitei-me na cama, depois de um duche. Ar quente, não soprava uma brisa. É Verão. Foi um dia de Verão. Amanhã, ou depois, logo se vê.

O ritual habitual, enquanto a cama não se preenche, de passar os olhos pelas notícias. Há muito que deixei de ter televisão no quarto. A rádio, à noite, já não apetece. Folheio a app do Observador para descobrir que passei o dia a comer disparates. 

Sou das que não usa açúcar para nada e que tem consciência (alguma, pelo menos) do açúcar desnecessariamente adicionado aos alimentos processados. Muitas vezes, quando como fora de casa, penso nos ingredientes que poderão ter sido utilizados, naqueles que são uma grande ajuda na cozinha, aceleram o processo e intensificam o sabor. Não perco a fome. Mas quase...

Não sei se conseguiria passar um ano sem açúcar. Aquele de que se fala no artigo. Porque "é realmente penoso pensar numa dieta sem bolachas, sem uma bola de Berlim na praia, sem um suminho ou umas batatinhas aqui e ali — porque estamos viciados em açúcar sem nos apercebermos". Muitos de nós poderão ser viciados sem saber: "não bebia Coca-Cola, não colocava açúcar no meu café, nunca tinha comido um donut e os gelados não me diziam nada. Mas, na verdade, escondia-me atrás dos chamados ‘açúcares saudáveis’ como o mel, o chocolate preto e as frutas". Ontem dei uns golos numa Zero. Como a Megan Kimble, cujo relato surge no artigo do Observador, também eu há muito que não bebia Coca-Cola. Confesso que não me soube bem. Nada bem. É uma questão de hábito e é possível desintoxicar o nosso corpo mesmo que haja "um período de desintoxicação, onde toda a gente se vai sentir um lixo" porque actualmente "há açúcar em tudo! Carnes frias têm açúcar. Mostarda, molhos, tudo tem açúcar. As empresas acrescentam açúcar e camadas de produtos químicos para fazer a comida durar mais tempo e ter melhor sabor", o que acontece ao fim de algum tempo é a rejeição do que é mau. Já aqui (e aqui) falei disso é comprova-se: "ao fim de um ano a alimentar-se exclusivamente de alimentos não processados, Megan comeu um cachorro-quente e uma Coca-Cola e simplesmente não gostou do sabor porque sabiam a químicos".

Por isso... If they can, we all can! 

Sou apologista de uma alimentação saudável com alguns #guiltypleasures porque acredito que, demasiadas regras nos podem fazer infelizes. Ou afastar de quem nos rodeia, perdendo-se aquele lado social da comida que é tão bom.

Há, no entanto,  (muitas) pequenas alterações que podemos introduzir na nossa rotina que podem fazer a diferença. Mas notem... Se querem mesmo emagrecer, esqueçam lá o pão. Especialmente a partir da hora do almoço, se não praticam exercício (intenso) ao fim da tarde... Desistam das carcaças, vianinhas, fofinhos e outros acabados em "inho", de farinha branca, muito refinada que se transforma em açúcar assim que o mastigamos. O pão, por definição, não engorda. O problema é farinha do pão e aquilo com que o recheamos...

#healtychoices #bodypositive #urbanistalowinsugar

Comer que nem uma besta (.)

Agora que aterrei na nova morada, resta-me (resta-nos) arrumar. Sem parar. Isso dá fome. Muita. Mesmo...

Estava eu a fazer uma pequena pausa, entre caixas e caixotes, comendo uma maçã e espreitando o instagram, quando me deparei com esta afirmação.

@ipaulacordeiro

@ipaulacordeiro

Nem mais! Pensei... Ainda bem que estou com a maçã na mão. Fico livre de qualquer sentimento de culpa... #sqn ...

Andamos por aí cheios de coisas e comprimidos para isto, tratamentos para aquilo, o habitual "não consigo emagrecer" e mais não sei o quê. "Farto-me de fazer restrições, passo fome, não sei o que comer"... Ouço estas frases vezes sem conta... Nunca respondo. Não sei o que responder.

Porque, muitas vezes, também eu não sei o que comer. Mas acho que por razões diferentes. E, depois, como mal. Ou que nem uma besta.

Isto não faz bem. Aquilo é processado. O outro tem muitos conservantes. Aquele não tem nutrientes... E leio aquelas coisas sobre a chia, o tofu e as sementes. Gosto disso tudo e gosto da lógica de #cleaneating. Não me custa nada e até sabe melhor. Mas sem restrições. Só com a restrição lógica de evitar o que está provado que nos faz mal. E faz. Noto muito bem a diferença entre uma refeição #healthy e outra, repleta de gordura, sal ou farináceos processados.

Como? A esta hora ainda estou a digerir as fatias de #pizza do almoço. Apetecia-me. Apeteceu-me.  Escolhi, de entre um leque demasiado gordo, pesado e recheado, as mais simples. A uma delas ainda retirei a cebola. Antes de terminar a refeição já me sentia enfartada. Ainda petisquei um #crepe para cortar o sal e a gordura anteriores. Fiquei satisfeita, mas não fiquei bem. Porque saciei a gula, mas não as necessidades nutritivas do meu corpo. Isso nota-se imediatamente. 

Não me importo - e até gosto - de uma refeição fora das regras. Se, e quando, termino satisfeita. Não foi o caso. Por isso, enquanto comia esta maçã, fui escrevendo sobre esta nossa mania de nos ignorarmos e enfardamos o que não devemos. Porque também eu, que ando sempre a pregar para fazermos #healthychoices e, assim, evitarmos dietas restritivas, acabo por cair - não na tentação - mas na estupidez, de comer coisas que, conscientemente, sei que só fazem mal. 

Confessem lá, também são assim?...

O problema não foi o crepe, sempre maravilhoso, da #creperiedasamoreiras, mas a pizza que nem teve direito a fotografia... 

O problema não foi o crepe, sempre maravilhoso, da #creperiedasamoreiras, mas a pizza que nem teve direito a fotografia... 

#urbanistagoesorganic #healthychoices #cleaneating